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Atitude Coletiva

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Um cara chapado pode ter descoberto o segredo da vida pós morte

Ele também explica o motivo de termos déjà vu.

Dario C L Barbosa Publicado: 24/01/2017 13:25 | Atualizado: 24/01/2017 15:09

E aí o cara resolve relaxar, acender um cigarro de ervas naturais e do nada… BUM! Tem uma epifania reveladora.

Seria mais uma história comum de alguém chapado, se não fosse pelo destaque massivo que ganhou na internet. Samuel Murray conquistou as redes nos Estados Unidos após criar e divulgar uma teoria curiosa sobre a vida pós morte.

Em sua publicação, Samuel questiona se aquela famosa “luz no fim do túnel”, na real, não é a luz da sala do parto, como se a pessoa morresse e já nascesse novamente, em uma nova vida. Além disso, ele arrumou até uma explicação para a sensação conhecida como déjà vu.

“E se quando morrermos a luz no fim do túnel é a luz para outro quarto de hospital, lá nascemos e a única razão pela qual você sai chorando é porque você se lembra de tudo da sua vida passada e está chorando pelo fato que você morreu e perdeu tudo, enquanto você cresce você começa a esquecer sua vida passada e se concentrar na vida que você tem agora, mas manchas de memória ficam para trás e causa o déjà vu. Pense nisso por um segundo.”

Veja alguns comentários sobre a teoria “chapada”:

– O que diabos você fumou?

– Estou tendo uma crise existencial

– Buguei aqui

– Minha nossa senhora! Eu nunca pensei sobre isso dessa maneira

Mas não demorou muito para que a “turma dos diferentões” questionasse o rapaz. O que a teoria diria sobre quem nasce no escuro, sem a luz para servir como guia ou ainda como que o número de pessoas no mundo continuava aumentando?

Entre todas as questões levantadas, um comentário se destacou. O doutor Mike Watson acabou por jogar um banho de água fria na teoria, pelo menos em boa parte dela, explicando cientificamente os motivos de termos as sensações de déjà vu.


– O pensamento que você já esteve ou fez alguma coisa que está fazendo é causado por uma parte do cérebro que trabalha um milésimo de segundo mais rápido que a outra parte. A parte mais lenta vê e pensa que é memória. É estranho, mas é verdade.

Essa afirmação do doutor, diferente da “viagem” de Samuel, pode até ser comprovada neste artigo, publicado pelo site Science Museum. O grande fato é que, sendo uma brisa que “bateu muito certo” ou não, a epifania do jovem já alcançou (até o momento desta publicação) mais de 131 mil compartilhamentos.

 

Fonte(s): The Hook Mag, Unilad
Dario C L Barbosa
Fundador e editor do Almanaque SOS. Paulistano, formado em Comunicação Social, trocou os anos em redes de rádio e televisão pela internet em 2012. Vegetariano, meditante e ecossocialista na luta por consciência e equidade. ( Twitter - Instagram ).

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