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Crossfit Mental

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TUM-PÁ-TUM-PÁ! Conheça o mundo da Percussão Corporal #PraOuvir #Nacional

Conheça todas as nuances dessa técnica que é levada muito a sério mundo a fora.

#TUM-PÁ-TUM-PÁ

 

 

Já ouviu falar em uma técnica rítmica musical, chamada PERCUSSÃO CORPORAL?

Na nossa infância desenvolvemos a curiosidade de explorar nosso corpo e os sons que ele produz. Batemos palmas, assoviamos, arrotamos e até imitamos som de pum no suvaco (quem nunca fez que atire a primeira pedra no monitor).

 

 

Bem, utilizar esses sons do corpo humano na música não é uma técnica nova mundo afora. Existe até partitura de percussão corporal, pra vocês verem como isso é levado a sério.

 

 

Apesar de já estar enraizada em algumas culturas (África, América do Norte, Ásia), no Brasil ainda é algo que está sendo desenvolvido aos poucos. E as técnicas são diferentes em cada lugar.

Uns utilizam só os pés, como é o caso do CLOGGING, criado por trabalhadores do Reino Unido, durante a Revolução Industrial.

 

 

Outros utilizam pés, mãos, peito, coxas e pernas, no caso do HAMBONE, que foi criado por escravos afro-americanos, já que foram proibidos de utilizar tambores e outros instrumentos, para evitar a comunicação entre eles.

 

 

E olha que não faltam técnicas de percussão corporal. Existe também a TAP DANCE, GUMBOOT, STEPPING, STOMP, FLAMENCO, SAMAN e muitos outros.

E se você tiver interesse em conhecer melhor esses estilos diferentes, recomendo acessar o site completíssimo de Pedro Consorte (http://pedroconsortebr.wordpress.com), músico com trabalho seríssimo em artes do corpo, recém-contratado pelo grupo musical inglês STOMP de percussão em movimento e que, aqui no Brasil, chegou a participar daquele programa de talentos do SBT (Qual é o seu talento?) e foi zombado pelos críticos do programa só porque levou algo diferente do que estavam acostumados.  #meubrasilbrasileiro

 

 

Particularmente penso que um crítico às vezes desconhece o poder que exerce na vida do artista. Ele deve criticar para que direcione o artista a melhorar e não rir freneticamente do que está avaliando.

 

 

O grupo precursor dessa arte musical no Brasil é o BARBATUQUES, idealizado por Fernando Barba, que com seus espetáculos incríveis, oficinas e atividades nas escolas, atrai a cada dia um número maior de seguidores (crianças, jovens ou adultos), já que a percussão corporal ajuda e muito na coordenação motora.

 

 

Eu tive o prazer de conhecer esse tipo de trabalho de perto.

No começo parece que você é o ser mais descoordenado do planeta.

 

 

Com o passar dos minutos, vai relaxando e se acostumando a reutilizar algumas técnicas que deixamos pra trás na infância. Além disso, errar é engraçadíssimo e acertar, estimulante.

 

 

O mais importante dessa técnica é você aprender a escutar seu próprio corpo. Você vai ficar chocado com a infinidade de sons que ele é capaz de produzir.

Claro que você não vai sair por aí arrotando, batucando na pessoa que sentou do seu lado no ônibus ou fazendo sons bizarros com a boca no metrô!

 

 

É algo pra brincar entre amigos ou com aquele seu sobrinho hiperativo que quebra todos os seus objetos pessoais da sala!

 

 

Quem não conhece nada sobre o assunto, mas ficou com uma pontinha de interesse depois de ler este artigo, dê uma passada no YouTube e se maravilhe com as várias combinações de estilos e técnicas. É diversão na certa!

 

DICA DA SEMANA

 

 

MARCELO PRETTOhttp://www.myspace.com/marcelopretto

Esse é o primeiro registro solo do cantor Marcelo Pretto, integrante dos Barbatuques e do grupo A Barca, e presenteia o público com voz de tessitura inigualável e um espetáculo de sons feitos com o seu próprio corpo, estalando a língua ou com objetos.

Também encheu o palco de músicos de primeira grandeza e de personagens desenhados por ele, com apresentações solo, loops e, ainda, uma exibição inédita e improvisada com Santiago Vasquez, um dos principais percussionistas da Argentina.

Como resultado, surge uma extensa diversidade de timbres, sons e possibilidades musicais, que já pode ser conferido no DVD.

(Compre Aqui)

 

 

 

Se tiver alguma sugestão, comentário, crítica, fique a vontade; e não esquece de curtir lá em cima.

Abração!

 

 

 

Ricco Nunes, paulistano, solteiro convicto (até que me provem o contrário), publicitário, designer gráfico e músico profissional, apaixonado por arte, culinária, estilo, livros com temas densos e pessoas com bom senso de humor. Detesto cantores de churrascaria, pegar metrô as 18h e acordar antes das 10h30. Tudo o que escrevo é baseado em fatos reais analisados sob o meu ponto de vista. Comentem, critiquem, elogiem e botem a borboleta para fora do casulo!

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