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Atitude Coletiva

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A melhor forma de evitar uma briga com o mozão, segundo a psicologia

Basta dizer: ‘Quando X, eu sinto Y’.

Mais difícil que descolar um mozão para chamar de seu é fazer vingar esse relacionamento diante de tantos desentendimentos que aparecem devido a convivência.

Ele fez uma coisa que você não gostou, ela falou algo que te ofendeu, e o que poderia ser resolvido com uma conversa franca acaba em discussão, cara emburrada e coraçõezinhos quebrados.

Mas tudo pode ser diferente.

Um vídeo publicado pela página do Eurekka, iniciativa brasileira que mistura tecnologia com psicologia, apresentado por Henrique Souza, palestrante graduado em psicologia pela UFRGS, revela o grande segredo para evitar brigas desnecessárias entre casais.

“Se me atacar, eu vou atacar!”

De acordo com o Henrique, as brigas não só terminam errado, como também começam errado. Isso porque a maioria das tretas entre casais começam com uma acusação:

  • “Você é muito ciumento!”,
  • “Por que você não larga desse celular?”,
  • “Você me tira do sério!”

Uma reação natural do ser humano é, em um primeiro momento, ficar na defensiva e contrariar qualquer tipo de acusação. E nesses casos, não é diferente.

Por mais que a acusação seja de menor importância, como as citadas no exemplo acima, ela é vista como um ataque, por isso instintivamente quem ouve quer se defender.

Nisso, as sábias palavras da grande filósofa Inês Brasil – “se me atacar, eu vou atacar” – se concretizam. Como defesa, o outro contra-ataca, virando uma disputa, um tentando convencer o outro de suas verdade. Quando se derem conta, a treta está formada e o problema, que originou a discussão, não foi e nem será resolvido.

Mudando a abordagem

Para evitar discussões desnecessárias e ainda ter a oportunidade de melhorar seu relacionamento, a única coisa necessária a se fazer é mudar a maneira como a treta começou.

Henrique diz que para isso é preciso mudar a maneira como você vai introduzir o assunto da conversa. Existe uma frase mágica capaz de fazer milagres.

“Quando X, eu sinto Y”

A técnica do “quando X, eu sinto Y” sugere que você descreva o que aconteceu e depois diga como isso fez você se sentir.

Em vez de falar: “você não larga desse celular!”

Experimente dizer: “quando você fica muito no celular, eu me sinto sozinho, desinteressante e fico triste.” 

Dessa forma você conseguiu descrever o que você sente, expressar o mesmo sentimento do “saia desse celular!!!” mas sem acusar o outro, sem dizer que as atitudes da pessoa são propositais e que merecem algum tipo de punição.

Conforme explica Souza, montar sua frase dessa maneira é como mostrar uma foto das suas emoções ao seu parceiro ou parceira, algo como “Isso é o que acontece, isso é o que eu sinto. Vamos pensar em uma forma de melhorarmos juntos?”.

Quando finalmente se consegue transformar a acusação em uma descrição dos sentimentos, a culpa vira responsabilidade compartilhada. Assim, o que poderia ser defeito da outra pessoa, se torna um problema comum do casal.

 

Veja abaixo o vídeo completo:

Fonte(s): Eurekka - Facebook
Redação - Almanaque SOS
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