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Câmara de São Paulo aprova banir canudinhos plásticos; veja quais cidades já proibiram

O material leva em média 100 anos para se decompor na natureza.

Os vereadores de São Paulo aprovaram quarta-feira (17), um Projeto de Lei que proíbe o fornecimento de canudinhos plásticos na cidade. A proposição, feita pelo vereador Xexéu Tripoli (PV), já foi aprovada em segunda votação e segue para sanção ou veto do prefeito Bruno Covas (PSDB) – apenas dois vereadores foram contrários ao projeto: Fernando Holiday (DEM) e Janaína Lima (NOVO).

Geralmente feito de material não biodegradável que leva em média 100 anos para se decompor, com raras exceções, o canudo plástico é um item desnecessário; nessa matéria falamos tudo sobre a “Guerra contra os Canudos” que vem sendo travada por ambientalistas de todo o mundo.

Vale dizer que canudinho é só a ponta desse gigante iceberg chamado lixo plástico. Um relatório do Fórum Mundial de Davos aponta que, se continuarmos da maneira que estamos, em 2050 os oceanos terão mais plásticos do que animais marinhos. E nós, brasileiros, precisamos dar uma atenção especial assunto: somos o 4º país que mais produz esse tipo de lixo no mundo (reciclando apenas 1%).

Abaixo, as cidades brasileiras que já proibiram a distribuição de canudos plásticos:

  • Rondonópolis (MT)
  • Cataguases (MG)
  • Montes Claros (MG)
  • Conde (PB)
  • Fernando de Noronha (PE)
  • Imbé (RS)
  • Pelotas (RS)
  • Santa Maria (RS)
  • Imbituba (SC)
  • São Francisco do Sul (SC)
  • Caranguatatuba (SP)
  • Guarujá (SP)
  • Ilhabela (SP)
  • Mirante do Paranapanema (SP)
  • Presidente Prudente (SP)
  • Santos (SP)
  • São Vicente (SP)

Em todo o território dos estados do Rio Grande do Norte e Espírito Santo os canudos também são proibidos, assim como no Distrito Federal.Várias outras cidades e estados têm propostas legislativas sobre o assunto em tramitação.

Abaixo o mapa das cidades que já proibiram ou estão analisando o caso:

Fonte(s): Cidades Inteligentes
Daiane Oliveira
Redatora, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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