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Atitude Coletiva

Quer voltar ao mercado da paquera? Anote dicas para novos solteiros dos 20 aos 60 anos

Como cada idade tem suas particularidades na maneira de lidar com uma separação e de buscar um novo amor, o UOL reuniu aqui dicas para cada faixa etária voltar ao mercado da paquera.

Mesmo que o rompimento seja civilizado e de comum acordo, terminar uma relação longa deixa sequelas: sensação de vazio, insegurança,  medo de reconstruir a vida amorosa. Há quem acredite que desaprendeu a paquerar, mesmo sonhando em conhecer alguém.

Para superar essa fase, a psicóloga Eliete Matielo, da agência de relacionamentos Eclipse Love, diz que é preciso, em primeiro lugar, respeitar o período de luto após o término, que dura de seis a nove meses. A fase também é necessária para reconstruir a autoestima, pois, segundo o psicólogo Alexandre Bez, especializado em relacionamentos pela Universidade de Miami, começar uma paquera fica mais fácil quando há autoconfiança.

Como cada idade tem suas particularidades na maneira de lidar com uma separação e de buscar um novo amor, UOL Comportamento reuniu dicas para cada faixa etária voltar ao mercado da paquera:

Aos 20

Essa é a idade mais fácil para novas conquistas, mas também corresponde à época das maiores paixões, em que tudo é muito intenso. O fim de um namoro longo pode tirar o chão e deixar as pessoas confusas. Para atrair vibrações positivas para as próximas relações, é bom evitar fazer drama em excesso –o que cansa os amigos e até novos amores. Virar “stalker” é uma tentação, principalmente para quem levou um fora, mas os especialistas afirmam que passar a vigiar a vida do outro não vai, de forma nenhuma, contribuir para a evolução da sua própria. “Evite frequentar lugares aonde ia com a pessoa com quem você se relacionava e tente formar um novo círculo de amizades, que não inclua gente do antigo”, diz Eliete Matielo. A pouca idade ainda costumam levar à culpa, pois a pessoa se sente mal por ter perdido tanto tempo em algo que não deu em nada. “Nada de autopiedade, afinal, toda relação funciona como um aprendizado”, explica a psicóloga. Não boicote a sua vida, que está apenas começando. Casais muito novinhos tendem a ser muito grudentos e até controladores nas primeiras experiências. Para as seguintes, é bom tentar escolher alguém que respeite sua personalidade e a aceite como ela é.

Aos 30

Uma forma de encarar um rompimento nessa faixa etária é concentrar as energias na carreira. “Nessa fase, os sonhos amorosos ainda são recorrentes, mas com menos ilusões, pois o grande objetivo é a estabilidade econômica. Investir na profissão dá segurança monetária e, consequentemente, mais confiança, o que ajuda, e muito, na conquista”, declara o psicólogo Alexandre Bez. Eliete Matielo conta que vale a pena prestar mais atenção nas pessoas com as quais convive no meio de trabalho. “Quem sabe um novo amor não esteja presente justamente no seu cotidiano?”, diz. A partir daí, aprender a equilibrar o amor com o lado profissional será o grande desafio. “Mas não é nada complicado, visto que os arroubos apaixonados são mais comuns aos 20 anos”, afirma Bez. Para quem acha que perdeu o jeito de paquerar, os especialistas dão duas dicas para os primeiros encontros: mulheres, nada de falar do “ex” ou de como se sente depois de tudo o que passou. E, homens, beber e falar besteiras é engraçado apenas entre os amigos. Em um jantar a dois ou na fase em que os dois estão se conhecendo melhor, a atitude soa infantil e despropositada.

Aos 40

A melhor maneira de voltar ao mercado amoroso é pensar e agir de maneira positiva. A primeira medida é explorar áreas esquecidas da vida –um hobby abandonado, um talento no qual você deixou de investir, um gosto que ficou para trás. “Procure fazer cursos, passeios, viagens, sair com amigos, entre outras atividades que tem vontade de realizar, mas, talvez, não tivesse tantas oportunidade antes, pela dedicação de energia e tempo à relação”, diz a psicóloga Regiane Machado. É o momento também de apostar em novidades e na amizade com pessoas com perfil diferente. O psicólogo Alexandre Bez diz que é essencial procurar viver a vida de acordo com suas vontades, sem se deixar conduzir por expectativas e conselhos alheios –e, sobretudo, pela opinião do ex-parceiro. É comum para ex-casais com uma trajetória comum muito longa, e com filhos, que um tente interferir nas escolhas do outro mesmo depois da separação. Se isso acontecer com você, filtre os comentários.

Aos 50

Esquecer as preocupações –e até mesmo preconceitos– com a idade é o passo inicial para buscar um novo romance depois de tanto tempo ao lado de uma única pessoa. Assim como acontece aos 20 anos, nessa faixa etária há uma certa tendência a fazer drama e a cultivar a dor de cotovelo. “Acredite: essa é a melhor fase para aproveitar a vida, porque a pessoa já construiu uma família e consolidou a carreira e o aspecto financeiro. Então, é essencial abrir mão de mágoas antigas”, diz o especialista em relacionamentos Alexandre Bez. A maturidade ajuda a não repetir os erros do passado, mas ficar o tempo todo traçando comparações entre “ex” e atual não facilita as coisas. “Use a experiência a seu favor, para cativar e encantar novas paqueras”, explica o psicólogo

Após os 60

De forma instintiva, a tendência de homens e mulheres após essa idade é se acomodar em casa e até se isolar, principalmente após o término de um relacionamento. Em alguns casos, a separação aconteceu devido à morte de um dos parceiros. Um novo amor, a essa altura da vida, rejuvenesce e dá ânimo extra para curtir tudo o que ainda está por vir. “A vida passa, isso é natural. Por isso, aproveite  ao máximo sem ter ressalvas, vergonha ou sentimento de inferioridade. Toda idade tem a sua beleza”, afirma o psicólogo Alexandre Bez. Estabelecer uma rotina ativa, com atividades de lazer e esportivas, realizar trabalhos voluntários e se inscrever em viagens são ações que promovem a socialização e facilitam conhecer gente nova. “E também é bom não tentar se comparar ao que era  aos 40 anos. Hoje você é outra pessoa e tem outra mentalidade. Siga em frente”, declara o especialista

Texto retirado: UOL Comportamento

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