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Atitude Coletiva

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Quem é mais feliz: Solteiros ou Casados?

Um estudo sobre realização pessoal.

Casamento nem de longe é uma tarefa fácil, afinal dores de cabeça são muito frequentes na vida à dois.

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Mesmo sabendo das dificuldades, tem muita gente querendo curtir a vida perigosamente, a ponto de encontrar calcinhas penduradas no banheiro ou a tampa da privada toda mijada.

Com base em algumas pesquisas realizadas no Reino Unido, John Helliwell da Escola de Economia de Vancouver e Shawn Grover do Departamento de Finanças do Canadá, fizeram um estudo atestando que o casamento traz vantagens econômicas e, com isso, felicidade para o casal.

E embora não seja comprovado, essa alegria pode sim durar por muito tempo depois da lua de mel, principalmente se os pombinhos forem melhores amigos antes do matrimônio.

Em contrapartida, os economistas dizem que em 15 anos pelo menos um quarto da população mundial será forever alone. Isso porque homens e mulheres estão em busca de estabilidade financeira e por terem posições parecidas, não dependem um do outro para sentir-se realizados.

Bem diferente da época dos nossos avós, ou pais – quando a mulher esquentava a barriga no fogão e o homem levava a grana pra casa -, as novas gerações de pessoas independentes preferem manter a liberdade, e quando se juntam com alguém tendem a funcionar melhor, pois não criam vínculo de dependência, e sim, afinidade.

Brasil segue no caminho oposto

Segundo o mesmo estudo, a América Latina tem uma relação casamento-felicidade totalmente diferente. Para detalhar mais, consultamos o Censo de 2010, nele constatamos que lugares onde existe predominância de classes com baixa renda houve um aumento de uniões consensuais, em contrapartida de áreas mais desenvolvidas, onde a elevação destacada foi no grupo dos solteiros.

Isso porque aqui, ao contrário de países de primeiro mundo, como a maior parte da população está em classes mais dependentes – um trabalha e outro cuida da casa, uma solução para ter melhor qualidade de vida -, o enlace sem afinidade é mais comum. Ou seja, alta probabilidade de infelicidade.

Segundo o próprio IBGE, o Sudeste é a região onde os homens se casam mais tarde (26,7 anos) e na comparação entre 2000 e 2010, houve um crescimento na proporção de unidades domésticas unipessoais (domicílios com um só morador), que passaram de 9,2% para 12,1%.

– Mais de um terço das uniões no Brasil são consensuais. Este tipo de relacionamento aumentou de 28,6%, em 2000, para 36,4% do total, no último levantamento. Principalmente entre casais de baixa renda.

– O número de casados caiu de 37% para 34,8%. O percentual de divorciados quase dobrou no mesmo período, passando de 1,7% para 3,1%.

Enquanto isso, para a minoria dos brasileiros (independentes e bem sucedidos), a busca pela tampa da panela continua e isso não indica menos felicidade, é justamente o oposto. Afinal, para esse seleto grupo, ser feliz é uma questão de realização pessoal.

Mas se você quer juntar os trapinhos sem ligar para as diferenças, que seja eterno enquanto dure!

 

Imagem de capa – edição: couponcodes4u | Roy Lichtenstein

Fonte: nber | nationalpost | nationalpostibge

Redação - Almanaque SOS
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