• Colabore!
  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie

Crossfit Mental

chevron_left
chevron_right

Pra Ouvir – Linkin Park e Azaelia Banks

No seu disco mais desconstrutivo, fazem seu trabalho mais consistente. O Linkin Park está vivo.

Azealia Banks

Azealia Banks, mais novo ícone da atual safra de artistas relacionados com a black music norte-americana, uma espécie de versão agressiva e menos comercial daquilo que Beyoncé ou mesmo Missy Elliot fazem , lançou recentemente um EP de quatro faixas entitulado 1991.

Neste novo trabalho, todos estes acertos se tornam evidentes logo na execução da faixa título, no começo do álbum, uma canção que passeia despretensiosamente por uma sonoridade mais contida , mais do que isso, a composição mostra Banks longe da mesma explosão pop que tanto definiu 212, Bambi, NEEDSUMLUV e demais músicas apresentadas por ela nos últimos meses.

A aproximação entre rap, eletrônica, R&B e pop fazem com que a rapper atinja o mesmo patamar de outras artistas como Nicki Minaj (sem a esquizofrenia) ou Rihanna.

Jovial, o registro mantém na aceleração dos versos e das batidas a principal estratégia da nova-iorquina para prender o público, um jogo de sensações e sonoridade que crescem em ritmo assombroso, como se Azelia e os pouco mais de 16 minutos do presente trabalho já dessem o empurrão necessário para desestabilizar e garantir novo sentido ao rap norte-americano.

Para ouvir clique aqui.  *1991*

Nota:

7,5

Para quem gosta de:

Santigold , M.I.A

Destaques:

1991 , Liquorice e 212

——————————————————–————————————————–

Linkin Park

Um rosto em pedaços estampa a capa de ‘Living Things”, novo disco do Linkin Park, que se fez em mil pedaços para se recriar e finalmente parece criar uma nova identidade. No seu disco mais desconstrutivo, fazem seu trabalho mais consistente. O Linkin Park está vivo.

em “Living things”, eles estão olhando para si mesmo e se moldando. Em pedaços. Como as batidas quebradas do dubstep (que se encaixa na proposta do som deles de um modo mais legitimo que muito DJ por aí) ou com melodias para serem marcadas com palmas e cantadas baixinho, como em “I’ll be gone” e “Castle of Glass”, duas das melhores faixas que a banda já fez. O disco consegue ser muito eletrônico e, ao mesmo tempo, orgânico, com os melhores vocais já gravados por eles. Essa evolução aberta se deve também à continuidade de produção, desde o “Minutes” assumida por Mike Shinoda e pelo mestre Rick Rubin.

“Living Things” não é uma obra-prima, mas mostra uma coisa rara: uma banda madura, sabendo se reinventar, e se expressando com verdade.

Nota:

7

Para quem gosta de:

P.O.D , Limp Bizkit

Destaques:

I’ll be gone , Castle of glass e Burn it down


Gabriel Iodjahn

Sempre fui um amante da musica, livre de preconceitos quando se trata de sonoridades diferentes. Hoje em dia sou estudante de produção de música eletrônica. Nesse espaço, pretendo passar um pouco do meu humilde conhecimento sobre esta arte que nos leva aos mais diferentes estados de espírito, nos fazem gritar no meio da balada, torna nosso dia muito mais colorido, ou mesmo da outro sentido a um filme. Como já dizia Danny Tenaglia: “Music is the Answer”. Por fim, vamos deixar claro que não estou aqui para julgar e sim para dar a minha opinião. E claro que criticas sempre serão sempre muito bem- vindas. Afinal, música é que nem religião, política e time de futebol! Cada um tem o seu ponto de vista!

 

SOS Solteiros
Arquivo - Sempre tem jeito.

Tá na rede!

Quero mais!

Veja mais artigos!

Em caso de chefe
clique aqui