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Petição em defesa das IFES e contra o desmonte da educação chega a 300 mil assinaturas

Instituições são responsáveis por cerca de 90% da produção científica brasileira.

Há alguns dias, o MEC anunciou bloqueio de 30% da verba de três Universidades Federais: UFF, UFBA e UnB. A decisão repercutiu mal e, ao invés de corrigir o problema, o governo resolveu estender o corte a todas as Instituições Federais de Ensino Superior, responsáveis por cerca de 90% da produção científica brasileira.

Desde então, diversas manifestações de protesto contra a redução das verbas destinadas à educação têm sido feitas no país: teve passeata na Bahia, protestos no Maranhão, no Rio de Janeiro e em diversas outras localidades.

Alunos membros do Grêmio Estudantil do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Campus Restinga – preocupados com seu futuro acadêmico e profissional estão mobilizando uma petição online, que já consta com quase 300.000 assinaturas – até a publicação desse artigo. No documento digital, os alunos justificam o protesto:

“Nós, criadores desse abaixo-assinado, somos estudantes de IFs, e não temos garantia de funcionamento após setembro. Temos apenas um semestre garantido. Decidimos usar o abaixo-assinado como forma de protesto pacífico.”

Essa não é a primeira medida impopular do governo Bolsonaro no que diz respeito a educação. Há poucos dias o governo já havia comunicado que não realizaria mais investimentos nos cursos de Ciências Humanas, como Sociologia e Filosofia.

Essa decisão, inclusive, teve repercussão internacional: mais de mil pesquisadores de renomadas Universidades em todo o mundo assinaram manifesto, divulado pelo veículo frânces Le Monde, condenando a atitude do presidente – que segue o plano de sucatear as instituições públicas de ensino, ao mesmo tempo que promove um “mutirão” para abertura de novas universidades privadas no país.

Clique aqui para assinar a petição.

Fonte(s): Folha de São Paulo, G1, O Globo, Educa Brasil, Põe Na Roda
Daiane Oliveira
Redatora, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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