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12 Tipos de Orgasmos que a humanidade deveria enaltecer

Muito além do orgasmo masculino que ditava as regras do jogo.

Se existe uma data que deve ser comemorada é o Dia Mundial do Orgasmo (31 de Julho) – apesar de orgasmo ser bom o ano inteirinho. Desde 2001, “celebra-se” esse dia em todo o mundo, graças à iniciativa de uma sex shop inglesa.

Você provavelmente sabe que orgasmo é o ponto máximo do prazer em uma relação sexual (e é bom lembrar que relação sexual não se resume a penetração, tá bem? tá bem). Mas já parou para pensar na variedade de formas que é possível chegar a esse ponto?

Infelizmente, o assunto ainda é tabu – especialmente quando abordado por mulheres. E foi pensando em desmistificar isso e celebrar o prazer feminino que surgiu o movimento Vulva Livre.

Há alguns dias, a usuária Nicole (@selewsmila) compartilhou uma thread no Twitter sobre 12 tipos de orgasmos ‘femininos’. A publicação fez sucesso e, até o momento, conta com mais de 90 mil curtidas – não à toa:

O conteúdo compartilhado por Nicole foi extraído do Instagram Vulva Livre, que logo em seguida editou para “12 tipos de orgasmos para pessoas que têm vulva” – já que não dá para atrelar necessariamente o gênero à formação biológica de cada indivíduo:

Na publicação original, Gabriela Garcia e Gleicy Kelly Costa, criadoras do Vulva Livre, detalham melhor apenas alguns tipos dos orgasmos elencados. Por isso nós preparamos um verdadeiro guia explicando melhor cada um dos 12 Orgasmos para quem tem vulva.

 

1. Orgasmo Clitoriano

Este é um dos mais conhecidos tipos de orgasmo. Pessoas com vulva contam com o clitóris, cuja única função é: dar prazer.

 

2. Orgasmo Vaginal

O orgasmo vaginal (também conhecido como Orgasmo do ‘Ponto G’) se trata de alcançar o clímax numa relação estimulando essa zona erógena ainda tão “misteriosa” para muitos. A sexóloga canadense Carlen Costa dá a dica de massagear a região – pode ser com as mãos, a língua, o vibrador… use a imaginação e deixe fluir!

 

3. Orgasmo Combinado

Como próprio nome já diz, é uma quando uma pessoa chega ao clímax do prazer com estímulos em zonas erógenas diferentes. Estímulos simultâneos no clitóris e no mamilo, por exemplo, podem resultar em um orgasmo combinado.

 

4. Orgasmos Múltiplos

Ao contrário do anterior, quando estímulos diferentes originam um mesmo orgasmo, esse é mais ‘potente’, já que podem ocorrer vários orgasmos seguidos.

 

5. Orgasmo Anal

Esse dispensa qualquer tipo de explicação – e pode ser alcançado inclusive por quem não têm vulva. A melhor forma de conseguir é indo além da penetração, já que os demais estímulos na região potencializam o prazer.

 

6. Orgasmo em Sonhos

Quem nunca teve sonhos eróticos? Pois é. E é possível conseguir orgasmos sem necessariamente haver estímulos físicos. Nesse caso, todo estímulo fica por conta do nosso cérebro – nosso maior órgão sexual.

 

7. Orgasmo Cervical

Acontece no cérvix, região do colo do útero. Geralmente, ele é resultado de uma penetração mais profunda, com ângulos específicos que variam de corpo para corpo. Ter conhecimento do seu próprio corpo e estar com uma parceiro ou parceira disposto(a) a proporcionar muito prazer é a chave para alcançar esse tipo de orgasmo.

 

8. Orgasmo do Ponto U

U – de uretra. Sim, o “buraquinho” por onde se faz xixi. É claro que ele não deve ser penetrado, mas massagens com a língua ou os dedos podem revelar uma nova fonte de prazer (imagem explicativa abaixo).

Quando o seu ponto U é estimulado, o tecido erétil que envolve a abertura inflama com o sangue, provocando assim as Glândulas de Skene a produzir fluido prostático (o material de esguichar) e você se excita“, explica Carlen Costa.

 

9. Orgasmo do Ponto A

Esse é um ponto difícil de ser ‘acessado’ porque fica no interior na vagina e não se trata de uma parte específica do corpo. Fica na parte frontal da vagina (em direção ao umbigo) e um estímulo nessa região pode proporcionar orgasmos mais intensos do que no ponto G, por exemplo.

 

10. Orgasmo dos Mamilos

Sim, é possível ter um orgasmo com estímulos nos mamilos. Já existem relatos de pesquisadores de que o estímulo nessa região ativa uma área do cérebro conhecida como córtex sensitivo genital – a mesma área ativada quando há estímulo da região genital, por exemplo.

Vale lembrar que a área dos mamilos é muito delicada, então a linha entre provocar excitação e desconforto pode ser tênue. Além disso, nem todo mundo gosta de ter os mamilos acariciados. E tudo bem.

 

11. Orgasmo nos Esportes

Não, você não leu errado. A incidência de orgasmos durante a prática de atividades físicas já foi inclusive alvo de estudo por pesquisadores da Universidade de Indiana (EUA).

Na publicação, os pesquisadores questionam o fato de o orgasmo ser tratado sempre como fruto de prática necessariamente sexual enquanto há relatos de mulheres que ‘chegaram lá’ fazendo abdominais ou levantando pesos, por exemplo.

 

12. Resposta Sexual Expandida (ESR)

Esse pode ser considerado o “suprassumo” dos orgasmos. A comunidade científica ainda não conseguiu explicar exatamente esse ‘fenômeno’, mas acredita-se que ele esteja relacionado a ativação simultânea de quatro nervos diferentes. Isso proporciona orgasmos múltiplos, mas mais intensos e duradouros – uma verdadeira experiência ‘fora do corpo’.

 

Com orgasmo ou sem orgasmo (mas de preferência com) é sempre bom lembrar que:

  • Sexo só é sexo se houver consentimento;

  • Use camisinha!

Fonte(s): Refinery29, F5, Terra, Catraca Livre, Daily Mail
Daiane Oliveira
Jornalista, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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