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Atitude Coletiva

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Onde é universalmente aceitável tocar no corpo do outro, segundo a ciência

Após estudos, foi criado um infográfico que auxilia aos pegajosos como evitar toques indevidos.

Raphael Domingos Publicado: 20/11/2015 13:38 | Atualizado: 20/11/2015 14:04

“Aqui tá quente, aqui tá frio, muito quente, muito frio…”

Você que conversa tocando nas pessoas, já se perguntou se elas gostam de ser tocadas? Esse hábito pode causar certo desconforto e um pouquinho de nervoso…

Algumas vezes, muito nervoso.

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Com base nos resultados obtidos em um estudo realizado pelas universidades de Aalto (Finlândia) e Oxford (Reino Unido), pesquisadores geraram um infográfico (imagem abaixo) para evitar sermos o “sem noção” da turma.

Na imagem é destacada as regiões do corpo que são permissíveis ao toque ou não, segundo levantamento da pesquisa, onde a ordem foi estruturada por sexo e grau de proximidade.

Sendo assim, o Mapa Corporal, como é chamado, afirma que quanto mais escura estiver uma região, mais longe o seu toque deve estar dela.

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– Repare que curiosa a diferença entre “estranha” e “estranho” (assim como outros). Segundo a pesquisa, as mulheres podem ser mais tocadas que os homens.

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O estudo

Foi conduzido pela Dra. Juulia Suvilehto, e contou com a participação de 1.368 pessoas de diversas regiões da Europa.

Os voluntários eram apresentados a várias silhuetas que tinham marcações como “amigo”, “tia”, “estranho” e por aí vai. Em seguida, deviam indicar, em seus próprios corpos, até onde eles permitiriam que esses perfis pudessem tocá-los.

Concluiu-se que a região da genitália, quadris e coxas  é acessível somente a pessoas que tenham um relacionamento íntimo, mas encostar nos braços dos colegas está liberado, enquanto em estranhos, o contato é permitido apenas nas mãos.

Uma das premissas do estudo também foi perceber a complexidade do nosso corpo quando emite recados não verbais, mas que são altamente perceptivos e compreendidos, inclusive quando nos relacionamos com estranhos, informa a doutora.

“O toque é muito importante, uma ferramente muito precisa e íntima de comunicação, mas é algo que não conhecemos muito a respeito” […] “Desejamos criar uma base de entendimento que permita que as pessoas utilizem o toque em suas relações interpessoais, de maneira que possamos interpretar melhor esse processo e os problemas que ocorrem nele.” – completa.

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Vale para todo mundo

A análise também identificou que o toque é muito importante e é utilizado para estabelecer relacionamentos interpessoais, mas também foi percebido que independente de padrões culturais, nossa ideia de “pode tocar” e “tira a mão daí” são quase que universais entre as pessoas.

“Talvez seja um processo natural de comportamento onde a cultura exerce menor impacto”, diz a responsável pela pesquisa. Ou seja, ninguém está falando que é proibido encostar nas pessoas, apenas que existem vários tipos e significados de toques.

Além disso, outro estudo, publicado no New York Times, revelou que contatos corporais permitem que as pessoas estabeleçam um elo de relacionamento maior umas com as outras, o que inclui aquele abraço caloroso, o famoso high five e outras demonstrações de afinidade.

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Tá certo, no Brasil a coisa pode ser um pouco diferente. Mas, pelo sim ou pelo não, evite a fadiga, siga o infográfico e evite tocar nas pessoas à toa – principalmente nas mulheres!

Fonte: Mic

Raphael Domingos
Acredita que o processo de autoconhecimento é o melhor trampolim para encontrar propósito de vida, o que gera significado para toda uma existência, incluindo o aperfeiçoamento de performance profissional. Também crê no poder do colaborativismo e no sistema de conhecimento compartilhado.

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