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Atitude Coletiva

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A humanidade está doente e mudando para melhor, pode acreditar!

Uma simples mudança em sua percepção de vida pode salvar o planeta.

O gigante acordou, mas ele está doente.

De acordo com uma pesquisa recente, 7 entre 10 brasileiros já fizeram comentários preconceituosos, 99% praticaram ou viram atos machistas, 97% viram ou praticaram atos preconceituosos contra raça ou orientação sexual e 92% presenciaram ou cometeram atos gordofóbicos.

Diante de tantos dados preocupantes, só nos fica a pergunta: por que o ser humano parece estar cada vez “menos humano”?

Eu vivo em um mundo com 8 bilhões de pessoas. E continuo me sentindo sozinho.

Nos últimos tempos, uma série de notícias bizarras vem tomado conta da internet e abalando a nossa fé em uma possível melhora da sociedade.

Seja algum caso de violência contra mulher, agressões contra líderes religiosos e o moralismo hipócrita, nos melhores moldes Alemanha pré-nazista, que vem criando uma verdadeira “caça às bruxas” aos artistas brasileiros.

Quadro destacado no museu do holocausto, Estados Unidos, à esquerda sua tradução.

Quanto a esse último caso, a renomada escritora e filósofa Marcia Tiburi nos deu um belo parecer, em um vídeo publicado pelo Jornalistas Livres, onde discursa sobre a recente polêmica.

“As obras de artes são convites para parar pra pensar. Elas nos oferecem a chance de ter pensamentos mais consistentes sobre tudo o que existe. Pensamentos que beneficiam a todos na construção de um mundo melhor. Comecemos por pensar que o mundo é de todos e que nenhum ponto de vista pode ser autoritariamente imposto.”

E é exatamente neste ponto que queremos chegar.

A nossa incapacidade de realmente pensarmos em algo que beneficie o mundo como um todo, não apenas os nossos desejos, ou da nossa comunidade. A nossa falta da “habilidade” que pode ser explorada e questionada pela arte, de compreendermos que o mundo é realmente de todos.

Talvez esse seja o grande motivo da sociedade, de uma maneira geral, parecer adoecida. E é nisso que também acredita o autor, palestrante e empresário malasiano, Vishen Lakhiani.

O especialista publicou um vídeo onde explica onde estamos errando em nosso crescimento pessoal e como podemos reverter essa situação. Vamos detalhar um pouco sobre o que ele diz – o conteúdo completo está ao final desse artigo.

Nós evoluímos, mas não muito…

Conforme sugere um modelo mental, idealizado por Tim Urban, a sociedade não evoluiu tanto quanto pensamos. Imagine se um bebê de 50 mil anos atrás fosse transportado para os dias atuais e criado de acordo com nossas normas, ela evoluiria normalmente, seguindo o comportamento da nossa sociedade.

O mesmo aconteceria se um bebê dos dias de hoje fosse transportado para aquela época. Ele cresceria e agiria de acordo com os costumes percebidos. Essa é a prova de que nós, os seres humanos, não mudamos realmente de lá pra cá, apesar de todo nosso avanço tecnológico.

Porém, esse modelo revela que, apesar da pouca evolução que tivemos, um fato que se iniciou no início dos anos 80 vem mudando o mundo desde então.

O despertar do gigante

Antes de toda essa era tecnológica que estamos vivendo, essa facilidade de nos conectarmos, a percepção de solidão, de que somos apenas indivíduos nesse planeta, era muito mais latente. A individualidade é a maneira mais fácil de enxergarmos o mundo.

Com o surgimento da possibilidade de se comunicar em escala de massa – vulgo internet – estamos lentamente começando a enxergar toda a sociedade como uma unidade só. Estamos resgatando a nossa percepção de que, no fim das contas, todos somos semelhantes, vivendo no mesmo planeta.

Com o reconhecimento do coletivo, a sociedade começa a se comportar como um grande organismo, onde cada pessoa seria como uma célula, responsável por fazer esse grande sistema funcionar corretamente.

E assim, o gigante, ou Colossus – toda a humanidade – passa a existir e ganhar força.

Mas por que as coisas não melhoram?

Conforme observado por Lakhiani, o crescimento pessoal de cada indivíduo e da sociedade como um todo não funciona da maneira como deveria porque muitos ainda insistem em renegar o despertar desse gigante.

O sistema que vivemos hoje foi todo construído em prol do indivíduo e não do coletivo. Observe, nossas escolas, faculdades, nossos trabalhos, todos valorizam a realização individual. É justamente esta a fonte de nossos problemas.

Se a ideia do Colossus fosse clara e popularizada, como informa o palestrante, não consumiríamos produtos de empresas que causam malefícios ao planeta, não votaríamos em políticos que fazem discursos preconceituosos e cheios de ódio, também não veríamos o aquecimento global como algo banal ou fantasioso.

Dessa forma seria possível pensar em uma vida digna hoje, bem como um futuro melhor para as próximas gerações; às crianças, mudaríamos a pergunta “O que você quer ser quando crescer?” para O que você fará pela humanidade quando crescer?

De acordo com o famoso autor espiritualista, Neale Donald Walsch, a vida é sobre tudo e todos que estão ao nosso redor.

“Sua vida não é sobre você. Sua vida é sobre todos que você toca. E quanto mais cedo perceber isso, melhor será.” – disse o autor.

Como mudar?

Segundo Lakhiani, o que precisamos hoje é uma mudança na forma como educamos as pessoas, na forma como falamos sobre crescimento pessoal. O que interessa agora é o crescimento coletivo.

É encarar que a vida é algo muito mais significativa do que nossa própria existência individual, pensar em como aplicar os nossos dons em prol de uma causa maior, em prol da evolução de todos os seres humanos.

Claro que para isso não devemos abrir mão do nosso bem-estar pessoal. Quando mudar sua postura para o bem coletivo, em pouco tempo vai perceber o quão gratificante isso pode ser. Como diria nossa avó, “tudo o que vai, volta”.

Como o universo conspira a nosso favor, logo nos recompensará pelo bem que causamos – e mais rápido do que imagina. Ou seja, essa mudança de pensamento, da forma como enxergamos a nós mesmos e a sociedade como um todo, trará inúmeros benefícios não só para a humanidade, mas para você quanto indivíduo.

E essa necessidade de nos reconectarmos e nos reconhecermos nos outros, de assumirmos que todos juntos, independente de nossas escolhas, opções, orientações, etc., somos um só é tão grande que Vishen Lakhiani criou uma forma prática de nos ajudar com essa mudança.

Sua empresa, a Mindvalley, se propõe a levar para empresas, escolas, Universidades e onde mais houver interesse, conteúdos focados nesse tema, voltados à ensinar como resgatar essa percepção do coletivo, através de vídeos e palestras que reúnem ensinamentos e pensamentos dos melhores autores de crescimento pessoal, saúde e espiritualidade.

Aqui no Brasil temos como exemplo os projetos de Permacultura, movimento que visa uma nova maneira de viver a vida, preocupando-se em respeitar o planeta, as outras pessoas e em dividir tudo aquilo que existe.

Mas lembre-se que não é preciso recorrer a empresas para entender como a valorização do coletivo pode alterar, de forma benéfica, o futuro de todo o planeta e da raça humana.

Além de conversar sobre o assunto, envolver-se através de textos, documentários e livros que abordam o tema, pode trazer mudanças práticas e surpreendentemente rápidas para sua vida e ao redor. Inclusive demos algumas dicas bacanas aqui. Ou, como sugere Marcia Tiburi, veja mais arte!

O mais bacana é que a importância do coletivo não é um assunto recente, pensadores e seres iluminados revelam há milênios ser esse o grande segredo da vida. Que tal praticar esses ensinamentos?

“Nós devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo”. – Gandhi.

 

Veja o vídeo completo (em inglês), onde Lakhiani explica todo esse conceito:

Fonte(s): Mindvalley - Facebook, Jornalistas Livres - Facebook, G1
Redação - Almanaque SOS
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