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Sem Crise!

Golpes no carnaval: 3 Dicas importantes ao usar cartão em blocos de rua

Se possível, dê preferência ao dinheiro e guarde as cédulas em lugares diferentes.

Daiane Oliveira Publicado: 21/02/2020 10:33 | Atualizado: 21/02/2020 15:04

Carnaval chegou e nós viemos dar um toque para você se proteger nesse carnaval. Na verdade três. E não. Não estamos falando sobre usar camisinha (apesar de ser sempre válido o lembrete!).

Não é de hoje que o SOS alerta sobre golpes durante o carnaval, principalmente por conta de cartões de débito ou crédito:

  • Em 2020, pelo Twitter, o advogado especialista em novas tecnologias, Pedro Saliba, confirmou o alerta de golpe: “Basta tirar uma foto do cartão para usarem seu crédito indevidamente.”

O especialista vai ainda mais fundo, orienta os foliões a cobrir TODAS as informações do cartão:

Vale cobrir inclusive o verso dos cartões que têm as informações prensadas.

As sugestões do advogado ganharam inclusive o aval da queridinha das redes sociais, Nathália Rodrigues, estudante de administração e youtuber de educação financeira, mais conhecida como Nath Finanças.

Outro alerta dado pelo especialista é o golpe que usa o pagamento por aproximação nas transações realizadas com cartão bancário.

Então, basta desabilitar a função “compra por aproximação” que alguns cartões têm:

Nos comentários da publicação de Pedro Saliba, uma internauta deu uma dica extra para facilitar a identificação do cartão na correria e possível embriaguez da folia, evitando cair no golpe da troca de cartões que mencionamos no início da matéria:

 

Resumo das precauções:

  • 1 – Se precisar levar cartão, tampe com fita todos os dados: nome, número, validade e código de segurança;

  • 2 – Desative a funcionalidade de pagamento por aproximação;

  • 3 – Não deixe que vejam sua senha e sempre confira se o cartão devolvido é realmente o seu – sinalize com um adesivo para ajudar.

Dica extra: se possível, dê preferência ao dinheiro, guarde as cédulas em lugares diferentes (pochete, doleira, meia, etc.).

Fonte(s): IG
Daiane Oliveira
Jornalista, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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