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Música Nacional, como amar? #PraOuvir #Nacional

Dizer que SÓ produzimos coisas ruins é um crime inafiançável! Temos muitos artistas novos, poetas, intérpretes, compositores, pintores, escultores, designers, etc. que não são conhecidos por pura falta de incentivo nosso, os consumidores finais.

Certa vez me perguntaram que tipo de música eu ouço. Aí pensei: O que será que eu respondo? 

Eu ouço tudo. Aliás, não só por ser músico, mas a minha concepção de Música é a de que existe um estilo para cada situação da nossa vida. Por exemplo: se você está indo para a praia, nada como o reggaezinho de Céu, se está indo para o campo, um regional raíz cai muito bem, se está voltando de Cuba a música latina estará bombando no seu ipod, se terminou ou sofre por um relacionamento, Maysa, Nana Caymmi, e tantos outros, porque curtir uma fossa é importante!

 

 

Ao mesmo tempo, o estilo que você está mais acostumado a ouvir diz muito sobre sua personalidade: Se gosta de Tom Jobim, você é uma pessoa mais tranquila, centrada, ao passo de que se curte Fernanda Abreu, mais moderninho, curte balada e por aí vai.

A música, assim como qualquer arte, tem como objetivo principal nos elevar a um outro plano.

Pode nos transportar a um estado de Nirvana…

 

…como também nos motivar a pisar no acelerador!

 

Hoje em dia a produção musical é extensa, com infinitos estilos e infinitas possibilidades, tanto na mistura quanto na originalidade.

Acho válido quebrar preconceitos e provar outros “sabores”. Em todos eles há coisas boas e ruins, cabe a cada um de nós decidirmos o que se adapta mais à nossa realidade.

Sim, realidade, porque a questão cultural é algo bem particular. Eu posso gostar de Caetano Veloso e você odiar. Mas para gostar ou odiar é necessário ver/ouvir/sentir a obra e depois tirar suas conclusões.

 

 

Muitos dizem que a música no Brasil, atualmente, só trata da sexualidade e coisas fúteis. Concordo que temos produzido e exportado materiais desse porte, mas não podemos generalizar.

Dizer que produzimos coisas ruins é um crime inafiançável! Temos muitos artistas novos, poetas, intérpretes, compositores, pintores, escultores, designers, etc. que não são conhecidos por pura falta de incentivo nosso, os consumidores finais.

 

 

O que vivemos hoje é produto do desinvestimento em educação de nosso país e sem ela não se pode compreender a arte. O resultado é que se vende aquilo que condiz com a bagagem cultural de quem compra. Essa é a pegada do bambolê!

 

 

Arte é para quem tem bagagem intelectual. Eu só vou dar o real valor a uma pintura de Renoir, se estudar o Impressionismo.

Voltando à pergunta inicial, estar aberto a vários estilos, não me torna uma pessoa sem personalidade. Mas sim uma pessoa versátil e apta a receber o belo e o novo. Aquele tipo de pessoa que não se importará em ir a um show que não goste, mas estará aberta a escutar algo do setlist que toque a alma, sem preconceitos.

 

 

INDICAÇÃO DA SEMANA:

Solteiros de plantão, fiquem com essa primeira dica, fruto da união de cinco músicos multi-instrumentistas incríveis e que estão atuando cada vez mais na cena brasileira. Vale a pena abrir a mente e o coração para 5 A SECO (Vinicius Calderoni, Tó Brandileone, Leo Bianchini, Pedro Altério e Pedro Viáfora).

 

 

Concorda? Discorda? Me conta aqui nos comentários.. e se gostou, não esquece de apertar o “curti” lá em cima

Abração!

 

 

Ricco Nunes, paulistano, solteiro convicto (até que me provem o contrário), publicitário, designer gráfico e músico profissional, apaixonado por arte, culinária, estilo, livros com temas densos e pessoas com bom senso de humor. Detesto cantores de churrascaria, pegar metrô as 18h e acordar antes das 10h30. Tudo o que escrevo é baseado em fatos reais analisados sob o meu ponto de vista. Comentem, critiquem, elogiem e botem a borboleta para fora do casulo!

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