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Atitude Coletiva

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Homens de direita aparentemente são mais infelizes, revela levantamento de dados

A maioria não concorda ao ser questionado: ‘você se considera feliz?’.

Daiane Oliveira Publicado: 31/07/2019 11:54 | Atualizado: 31/07/2019 13:48

Você já parou para pensar no “rastro” que deixa sempre que faz uma busca por um item específico na internet, curte uma página, visita uma loja online ou compartilha memes? O quanto nossa ‘pegada digital’ diz sobre nós?

Será que nossas escolhas, nosso comportamento nas redes e nosso posicionamento político, por exemplo, dizem mais do que simples preferências pessoais? Qual a capacidade que esses “detalhes” têm de nos separar entre pessoas tristes e felizes, realizadas e não realizadas?

Com esse mar de informações disponíveis na internet, a publicitária e especialista em dados Gabriela Van Ness compartilhou uma thread no Twitter que nos leva a refletir se somos quem parecemos (ou tentamos) ser.

O resultado surpreendeu, principalmente quando observado o grupo de homens que seguem páginas de direita. O levantamento de dados descobriu que esse grupo de pessoas precisa, basicamente, de mais abraços do que todos os outros.

Segue o fio:

 

Gabriela trabalha na área de estratégia, prestando serviços para várias agências diferentes. Em conversa com o SOS, ela afirmou que utiliza com frequência uma ferramenta para identificar e segmentar os consumidores-alvo de cada cliente.

Essa ferramenta, chamada de TGI (Target Group Index), estuda o consumidor com base em centenas de afirmações. Assim, desenvolve um vasto e aprofundado estudo sobre o comportamento dessas pessoas tanto na área de consumo quanto para temas da atualidade – o que Gabriela fez cruzando o estudo com informações coletadas pelo Facebook.

Não se trata de dados científicos, porque são inferências feitas a partir de afirmações dadas pelos próprios consumidores. Mas, como afirmou a publicitária, essas pesquisas são realizadas de maneira anônima, o que acaba encorajando o indivíduo a ser mais aberto quanto as suas verdadeiras preferências.

A especialista em dados conclui com algumas informações positivas (e uma reflexão pertinente):

 

Fonte(s): Kantar Ibope Media, Marktest
Daiane Oliveira
Jornalista, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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