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Sinta-se Bem

Transar muito diminui em 28% a chance de câncer de próstata, diz estudo

Mas para um homem gay passivo as chances de diagnóstico maligno dobram.

Meninos heteros, gays, g0ys ou adeptos do troca-troca, sua vida sexual pode ser determinante para a incidência do câncer de próstata.

Quanto mais sexo, menor a chance de câncer.

Um estudo da Universidade de Montreal aponta que homens que tiverem mais de 20 parceiras ao longo da vida, têm 28% menos chance de desenvolver o câncer de próstata, comparado a outros homens. Especula-se que isso se dê pelo fato dos homens com vida sexual ativa ejaculem mais, o que seria uma maneira de deixar a próstata saudável.

A má notícia fica para os praticantes do sexo anal passivo.

Segundo a pesquisadora Marie-Élise Parent, ao contrário dos ativos, meninos praticantes do sexo anal passivo dobram os riscos de terem câncer de próstata. E o risco de ter um câncer não agressivo é cinco vezes mais provável.

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– Ai, que susto!

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Infelizmente Marie-Élise não sabe o real motivo disso. Já o Dr. David Samadi, urologista do Hospital Lenox Hill (Nova York), levantou duas hipóteses em sua pesquisa: o comportamento sexual de risco (nheco-nheco sem camisinha) ou o trauma físico na glândula da próstata.

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Esses traumas na glândula podem acarretar na liberação do Antígeno Prostático Específico (PSA), cujos níveis no sangue são observados para diagnosticar e monitorar o câncer de próstata. Por isso é tão importante realizar o exame de toque para saber se tá tudo bem por lá, sendo hetero, gay, ou g0y, ok?!

Resumindo, a cuecada pegadora está bem na fita, embora a responsável pelo estudo faça um alerta, “dormir com muitas mulheres não significa todas ao mesmo tempo”. Já os rapazes que curtem o outro lado da moeda, fiquem atentos: além de sempre usar camisinha, lubrifique bem e tente não exagerar no sexo forte e selvagem.

 

Imagem de capa: sheknows

Fonte: queerty

Redação - Almanaque SOS
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