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Atitude Coletiva

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Experimento mostra como as palavras e pensamentos podem alterar a matéria

Seja positivamente ou negativamente, as vibrações mudam sua estrutura.

Uma máxima popular afirma que nossos pensamentos e palavras tem grande poder em alterar as forças do universo. Se você acha que isso é a mais pura abobrinha, é melhor repensar seus conceitos.

Uma grande pesquisa realizada por um cientista japonês ilustra como a influência de frequências negativas e positivas podem alterar a matéria, consequentemente a nossa vida. O resultado é, no mínimo, espantoso.

Sinfonia de Mozart | Imagine – John Lennon | Amor | Água do rio antes da oração | Paz | Obrigado | Eu vou te matar | Água do rio depois da oração

O fotógrafo, pesquisador e escritor japonês, Dr. Masaru Emoto, ao longo de sua vida realizou diversos experimentos que tinham como objetivo mostrar o quanto as palavras, pensamentos e qualquer tipo de energia e vibração poderiam influenciar a matéria, em especial a água.

O primeiro livro em que revelou suas descobertas foi lançado em 1999, mas, apesar de surpreendente, ele não é reconhecido pela ciência convencional. Atualmente suas teorias são consideradas por muitos como uma pseudociência, ou seja, para suas conclusões não foram utilizados métodos rigorosos de pesquisa. Falamos mais ao final desse artigo.

Vale lembrar que os estudos sobre os benefícios da meditação também eram considerados pseudociência até há poucos anos. Hoje o cenário é diferente, a ciência convencional finalmente comprovou seus benefícios.

Tudo o que emanamos pode alterar a matéria

Em seus experimentos, que eram feitos em todo o mundo, Dr. Masaru submetia um pouco de água aos mais variados estímulos. Depois de congelada, registrou fotos de como as moléculas reagiam às vibrações, assim analisou os formatos que elas adquiriram após o experimento.

Segundo os relatórios de Emoto e as imagens divulgadas, quando a água era submetida a vibrações mais tranquilas, suas moléculas formavam flocos com desenhos geométricos quase perfeitos, muito diferente dos que eram submetidos a vibrações com energia oposta, mais enérgica e raivosa, estes apresentavam moléculas disformes, confusas, um floco congelado sem um formato definido.

Os experimentos

Em três garrafas de água, Dr. Emoto colou em uma delas, com as letras viradas para dentro, um papel com a palavra “Amor“, na outra colou “obrigado” e na terceira o papel dizia “eu te odeio“.

Após um tempo sendo atingida por aquela frequência boa e negativa causada pelas três palavras, a água nas garrafas foi congelada e fotografada.

Enquanto a água que ficou submetida a palavra “amor” e “obrigado” ganharam formatos geométricos delicados, a que recebeu o papelzinho “eu te odeio” apresentou uma forma totalmente indefinida.

Amor | Obrigado | Eu te odeio

Em outro caso, o pesquisador coletou uma garrafa de água de um rio bastante poluído da região. Após registrar como se encontravam as moléculas do líquido assim que foram coletados, a amostra foi submetida a oração de um religioso, cheia de gratidão e amor.

Após as orações, a mesma água foi congelada e fotografada pelo especialista. Antes de receber a oração, a molécula da água estava disforme, com cristais malformados e desagradáveis aos olhos. O resultado foi completamente diferente depois disso.

Água antes da oração | Água depois da oração

O mesmo tipo de experiência foi feita de outras maneiras, como colocando amostras de água em sintonia com tipos diferentes de música, palavras escritas e faladas. Em todos os casos, as amostras ficaram mais harmonicas quando as influências externas eram positivas.

E o doutor não se restringiu em fazer as pesquisas apenas com a água. Outro experimento dele comprova ainda mais o poder que a nossa vibração pode causar na matéria.

Estudo com três estímulos: Amor | Nada | Ódio

No experimento do arroz que ficou muito conhecido nas redes sociais, duas porções foram submetidas a diferentes estímulos, um ruim e outro bom. Como ele imaginou, aquela porção que recebeu vibrações negativas se deteriorou primeiro.

Inclusive o pessoal do Alô, Alô? Testando! verificou se funciona mesmo, e o resultado impressionou. Se liga:

Mudou a água, e dai?

Se uma simples partícula de água consegue mudar completamente, apenas com a energia de estímulos negativos e positivos, como será que a gente fica quando somos expostos a tantas vibrações na nossa rotina?

Se você pensou que não é uma “garrafa com água” para ser tão influenciado dessa maneira, sinto dizer, você é praticamente uma garrafa de água, sim. Acredite, 70% do nosso corpo é água.

Segundo as pesquisas do autor, todo esse líquido sofre modificações por conta das vibrações positivas ou negativas, o que acaba alterando a maneira como enxergamos e vivemos neste mundo.

Mas essa questão vai além dos estímulos externos, aqueles que recebemos. Diferente da água, você também cria vibrações, com a nossa mente criamos os pensamentos que também nos influenciam das mais variadas maneiras. Na neurociência isso inclusive tem nome, plasticidade cerebral.

Ou seja, quando pensamos coisas ruins, dizemos algo relacionado a sentimentos de ódio ou até quando frequentamos ambientes “pesados”, estamos nos contaminando e mudando fisicamente o nosso organismo.

E o mesmo ocorre de forma inversa. Palavras de amor, carinho, ler uma poesia, ouvir uma música tranquila, meditar, estar próximo de pessoas positivas, etc. tudo isso é capaz de transformar os nossos “cristais malformados”.

Sentindo a Bad Vibe

Entendendo esse processo fica fácil enxergar o motivo de não nos sentirmos confortáveis com determinadas pessoas, ambientes, ou como uma simples frase consegue nos afetar tanto. Na real, as vibrações que nos circundam já estão mexendo com as moléculas, afetando nosso inconsciente, emoções, etc.

O fato também pode explicar quando dizem que pensamentos positivos ou negativos atraem sentimentos semelhantes.

Se emanamos energias ruins, estamos “transformando” a energia que está em nossa volta, influenciando o ambiente com características negativas. Se emanamos positividade a mesma transformação acontece mas de maneira contrária, assim “plantamos” boas vibrações ao nosso redor.

Energias positivas

Frequência Musical

Entre os pesquisadores do assunto, da mesma forma que palavras e pensamentos, acredita-se que o som consegue alterar significativamente a vibração da matéria. Ou seja, algo que está em uma vibração positiva pode mudar sua vibração para negativa apenas pelo estímulo do som. E aí que rola a “treta”.

Atualmente, boa parte das músicas que tocam por aí são produzidas em uma determinada frequência, 440 hertz. Porém, esse padrão pode desencadear uma série de problemas na maneira como o ser humano entende-se e entende o outro.

De acordo com artigo do site Omega 432, os sons da natureza, como o barulho da água, os pássaros e qualquer outro movimento natural, agem em uma frequência de 432 hertz. Ouça e perceba se sente a diferença:

Ao ouvirmos um som na frequência 440 hertz essa energia causa uma desarmonia em todo o universo, seja no seu universo interior, como no externo. Ele funciona como um som estranho, que sai da normalidade que é preciso para as coisas realmente fluírem de maneira natural.

Na rede, há dezenas de vídeos que comparam canções em 440 hz e 432 hz, revelando que a última realmente aparenta ser mais harmoniosa aos nossos ouvidos.

Segundo o site Collective Evolution há teorias de que as canções passaram a ser produzidas em 440 hertz na época do nazismo, como forma de deixar a população mais agressiva e acuada. Porém, nada é realmente confirmado.

Na esqueda vemos o formato das ondas sonoras na frequência 432 hz. Possui mais detalhes, quase como uma mandala. Se assemelha aos flocos de água congelada do Dr. Emato. Na direita, o formato das ondas sonoras em 440 hertz. Aparentemente mais grosseira, confusa, sem muitos detalhes.

De qualquer forma, desse tipo de estímulo negativo não há como nos safar, já que não é tão fácil de saber se aquela playlist do Spotify tem canções em 440 ou 432 hertz, mas há muitas outras maneiras de tentarmos desviar das vibrações não-harmônicas.

Um “amigo” que vive dizendo coisas negativas, pensamentos tortos que hora ou outra invadem nossa cabeça, um programa de televisão extremamente violento ou um ambiente que, sem sabermos porque, não nos faz bem… tudo isso pode ser evitado por você.

O importante é buscarmos e criarmos essa harmonia. Inclusive pode ser que aquela pessoa amargurada tenha sido influenciada por estímulos negativos, então nada melhor que uma energia positiva para transformá-la, assim como Dr. Emoto fazia com suas garrafas de água, não é mesmo?

EXTRA – Pseudociência ou ciência mal explorada?

Apesar de todas essas teorias curiosas citadas nesse artigo serem frequentemente desmentidas e refutadas por cientistas, existem alguns pesquisadores que caminham no sentido contrário, tentando compreender como essa relação entre vibrações e matéria pode acontecer.

Um bom exemplo disso é o estudo do professor Dean Radin, do Institute of Noetic Sciences (IONS), nos Estados Unidos, detalhado no vídeo abaixo. Nele, o físico brasileiro Gabriel Guerrer explica como gostaria de refazê-lo. Porém, não houve interesse no financiamento do projeto pela FAPESP, órgão de fomento à pesquisa.

O argumento da instituição foi de que a investigação “não se enquadra na lista de prioridades deles”. Gabriel insistiu, mas a FAPESP deu o mesmo parecer. Radin acredita que isso vem da crença de que o senso comum é suficiente para explicar a natureza e as pessoas não querem desafiar as suas crenças.

Vale dizer que esse estudo do Gabriel conseguiu ser financiado por crowdfunding, os resultados devem ser publicados pela USP no final desse ano. Para mais informações, assista ao TED ou acesse o site dele.

Fonte(s): Collective Evolution, High Existence, Masaru Emoto, Fator quantico
Redação - Almanaque SOS
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