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Doritos Rainbow já está disponível: campanha que ajuda ONGs LGBT+ dura 5 meses em 2019

Parceira do Rock in Rio, nesse ano vai aumentar a assistência para a comunidade.

“Nada é mais BOLD do que ser você mesmo”, essa é a mensagem central da edição 2019 da Campanha Doritos Rainbow, que já está com os produtos disponíveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A edição deste ano, que dura 5 meses, é parceira do maior festival de música do mundo, Rock in Rio, e conta com co-criação do grupo Quebrada Queer, o primeiro grupo de rap LGBTQI+ do Brasil.

Lançada em 2017, a campanha utiliza a renda arrecadada com as vendas para dar assistência a abrigos e oferecer oficinas de capacitação e cursos profissionalizantes para membros da comunidade LGBTQI+.

Toda verba arrecadada neste ano irá aumentar a assistência a programas e projetos como abrigos, oficinas de capacitação e cursos profissionalizantes para membros da comunidade LGBTQI+. As mesmas 5 ONGs que foram assistidas pela campanha de 2018 serão beneficiadas:

  • Casa1 – clínica social, centro cultural e república de acolhimento
  • Todxs – a primeira startup social brasileira sem fins lucrativos
  • Wakanda Warriors – aceleradora de negócios e iniciativas sociais
  • INESC – instituto socioeconômico que trabalha com aprimoramento da democracia participativa e representativa
  • União do Povo de Santa Edwiges – ponto de cultura que visa preservar e fortalecer os vínculos familiares de pessoas LGBT+.

Anna Carolina Teixeira, diretora de marketing da Pepsico Brasil, justifica o empenho da empresa em promover, com uma ação de marketing, apoio à comunidade LGBT+. A intenção, segundo ela é “apoiar a diversidade e reforçar a importância das pessoas de terem orgulho de serem elas mesmas“.

Sendo a sociedade cada vez mais plural e diversa, é extremamente positivo que grandes empresas deem suporte – inclusive financeiro – à população LGBTQI+, que sempre sofre as consequências do preconceito.

Fonte(s): Guia Gay São Paulo, R7
Daiane Oliveira
Redatora, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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