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Atitude Coletiva

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Como você se comporta nas redes sociais?

Será que as regras da “vida virtual” e “real” são mais parecidas do que imaginavamos?

Será que você é mesmo livre nas redes sociais? Será que você pode mesmo publicar o que quiser?

Bom… a internet, como dizem, não tem filtro (#ahamclaudia). Pela lógica você pode tudo. Pode xingar, pode dançar Macarena vestido de elefantinho cor-de-rosa, pode até dançar o quadradinho de oito nú, e publicar em qualquer site que desejar.

 

como vc se comporta nas redes sociais

Pode até roubar foto dos famosos… #sqn

 

Mas atualmente, para publicar qualquer coisa, pensamos nas redes sociais.

A priori, rede social tem como principais objetivos a interação e integração de pessoas. Podemos dizer que são redes de relacionamento, seja de cunho profissional ou pessoal. Sendo assim, são uma espécie de ponto de encontro de pessoas. Muitas vezes pessoas diferentes umas das outras. De lugares, costumes, manias, religião, valores, princípios, aceitações, rejeições, visão de mundo… ufa! Quanta coisa diferente!

Na nossa lista encontram-se pessoas com as quais convivemos pessoalmente. Mas será que podemos dizer cara a cara qualquer coisa que desejarmos? Sim, afinal vivemos em uma “democracia”, mas como diz aquela famosa frase: “Fala o que quer, ouve o que não quer”, dependendo do que for dito a resposta pode não ser nada agradável.

 

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#chateado

 

Se na internet a interação de pessoas é mais ou menos como na vida real, significa que algumas regrinhas de convivência também servem para a rede social? Pode ser…

Na internet temos alguns mecanismos não encontrados de maneira tão prática na vida real: bloquear, excluir, editar, apagar, ocultar.

Pausa para uma informação importante: não nos esqueçamos que o ser humano é um ser naturalmente julgador. Estando errado ou não, muitas vezes nem quer saber, apenas julga. Ok, guardem essa informação.

Continuando. Se na vida real não se apaga o que já foi dito, uma lembrança, gestos e atitudes do outro (e nossas), precisamos ter um pouco mais de tato ao, por exemplo, dar uma notícia ruim para alguém, discutir um assunto, ou até falar palavrão na frente da vovó.

Por quê?

Vários motivos.

Mas um deles não se pode esquecer: vivemos em sociedade. Por mais que você não tenha parente nenhum vivo, nenhum amigo e viva isolado (Wilsoooonnn!!!), em algum momento você vai interagir com algum vendedor de batatas, um garçom, porteiro do prédio, e deverá se comportar de certa maneira. Pela boa convivência. É preciso pensar no outro, se colocar no lugar dele.

Vamos resumir.

Meu limite acaba onde o seu começa – Regrinha básica para o bom relacionamento social, seja qual for.

Vale a pena pensar no bom senso. E nas redes sociais, é verdade que temos mais liberdade em comparação à vida real. Ah! Beleza! Tudo liberado! Aí acontece isso:

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Quando foi publicado na internet, várias pessoas acharam um absurdo, julgaram, reclamaram e até humilharam a garota. Mas vamos refletir esse caso em específico:

Já pensou se esta menina nunca sentiu a dor da perda antes desse fato? Talvez essa foto exista por ter sido um sentimento forte, novo e inexplicável… talvez. Pode ser alguém que não sabe separar a vida real da virtual por praticamente ter nascido inserida nesse mundo onde tudo é publicado, até o que você come no almoço.

– Olha aí a gente julgando…

Nós vivemos numa época onde o individualismo impera e talvez não saibamos mais lidar com sentimentos sem compartilhar com o outro para que não nos sintamos solitários. Ou ainda pode ser essa foto algo muito mentiroso apenas para chocar todo mundo e aparecer. Mas tudo isso são hipóteses. Não estou defendendo nem condenando.

– Apenas julgando…

Usei esta foto apenas para reflexão do que podemos ou não, devemos ou não, e talvez fazer parar pra pensar no que é necessário para cada um de nós. Ninguém sabe das nossas necessidades e desejos. Nem o que sentimos. Talvez queiramos mesmo aparecer. Ou não.

Redes sociais foram feitas não só para publicar frases reflexivas, fotos de churrasco e desejar parabéns para o aniversariante do dia. Alguém encontrou outra função: chorar, lamentar. E outro alguém encontrou outra função: fazer piadas. Posteriormente outro quis aparecer e dançou o quadradinho de oito de cueca rosa (graças a Deus não foi nú…) e assim por diante.

E assim surgiram aqueles que encontraram a função de reclamar das publicações que outros faziam. E aí nos perguntamos? Quem está certo? Quem nunca compartilhou uma frase à la Clarice Lispector nos dias de fossa que atire a primeira pedra. Ou quem nunca reclamou da publicação alheia, que atire a primeira pedra.

O fato é que diante de tantas possibilidades, tantas hipóteses e poréns devemos pensar no bom senso e saber nos colocar no lugar do outro.

 

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Porque (naturalmente) sempre iremos julgar e sempre irão nos julgar também.

…será?

 

– Momento “nhóóó cafona” do post

 

Redação - Almanaque SOS
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