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Atitude Coletiva

Como atrair coisas boas: Técnica revelada em documento antigo encontrado no Mar Morto

Chamado por Código Isaías, ensina a maneira perdida de orar.

“Pensamento positivo atrai coisas positivas“.

Você já cansou de ouvir isso por ai, mas fica difícil acreditar nessa história já que, mesmo sendo uma pessoa “pra cima”, as coisas insistem em não darem certo.

Mas já parou para pensar que talvez o problema pode estar na técnica que você usa para atrair as “boas novas”?

Isso faz sentido.

Então senta que lá vem história!

Em 1946, foi encontrado um antigo documento nas cavernas do Mar Morto, segundo alguns estudos ele foi criado por volta do século IV a.C., ou seja, há 2.500 anos atrás.

Chamado por Código de Isaías, revelou à humanidade uma técnica de oração feita pelos Essênios, que, segundo as tradições antigas, seria capaz de curar o corpo, trazer paz ao mundo e evitar tragédias.

De acordo com as escrituras, a forma como pedimos ao Universo, à Deus, aos Orixás, às energias, ou como quiser chamar, deve mudar completamente! Segundo a escritura, ao invés de pedirmos algo, devemos agradecer por aquilo – mesmo que ainda não tenha acontecido.

Os textos do Código de Isaías

Para compreendermos como isso funcionaria aos olhos da ciência, é interessante compreender as teorias da física quântica – fizemos um resumo sobre o tema nesse artigo. As teorias mais aceitas dizem que existem infinitas realidades (dimensões) se sobrepondo simultaneamente, ou seja, se algo pode acontecer (como o seu desejo), em algum “lugar” já aconteceu.

Então, segundo o Código Isaías, ao invés de pedir que algo aconteça, o correto é agradecer por aquilo que pediu estar se caminhando positivamente – mesmo que aos seus olhos pareça justamente o contrário -, pois assim você sintoniza essa frequência de realidade.

Mude o pensamento de “faça isso acontecer” ou “crie isso pra mim”, pois as coisas já estão criadas, mesmo que não a perceba. Como dizem, “Deus escreve certo por linhas tortas”.

Os Essênios afirmavam que existe uma forte relação entre o que acontece em nosso mundo interior com o que acontece no mundo exterior – inclusive o pai da psicologia analítica, Carl G. Jung, também defendeu essa tese enquanto vivo.

Resumindo, se no seu interior você já sente que tem o emprego dos sonhos, o exterior será influenciado e as coisas começarão a se ajeitar automaticamente; mesmo que demore um pouco. E o mesmo vale para o caminho contrário, negativo.

Escribas na época de Jesus.

Mas então, como fazer do jeito certo?

Antes de tudo, acenda em seu interior o sentimento que teria caso o que está pedindo, seja a cura de uma doença, um emprego novo, o fim da violência, uma sociedade mais tolerante, etc., realmente acontecesse.

Despertando essa sensação, mergulhe no sentimento de gratidão pela conquista e faça sua oração.

O autor americano e especialista em história natural, ciência e espiritualidade, Gregg Braden, publicou uma rápida comparação, que já havia sido citada em seu livro “Efeito Isaías“, mostrando as diferenças entre a maneira tradicional de pedir as coisas ao Universo e como seria caso usássemos as técnicas do Código de Isaías.

Comparação entre as orações

(OL) = Oração baseada na lógica: solicitando intervenção (como fazemos hoje)

(OS) = Oração baseada nos sentimentos: sabendo que nossa oração já foi aceita

1. Foco

(OL) Em nossas condições atuais nosso foco está centrado em que não acreditamos que existe a paz.

(OS) Presenciamos todos os eventos, os de paz e aqueles que vemos como falta de paz, como possibilidades, sem julgamento de certo ou errado, bom ou mau.

2. Sentimento

(OL) Podemos nos sentir desamparados, impotentes ou aborrecidos com os acontecimentos e condições que presenciamos.

(OS) Liberamos nosso juízo sobre as situações, bendizendo as condições que nos causaram sofrimento. A benção não condena conscientemente nem o acontecimento nem a condição. Ao contrário, reconhece que o acontecimento é parte da única fonte de tudo o que é.

3. Objetivo

(OL) Usamos nossas orações de petição solicitando a divina intervenção de um poder superior que traga a paz sobre os indivíduos, as condições e os lugares onde acreditamos que a paz está ausente.

(OS) Sentindo os sentimentos de que nossa oração já foi aceita, demonstramos o antigo princípio quântico, que estabelece que as condições de paz em nossos corpos são refletidas fora dele.

4. Reconhecimento

(OL) Através do nosso pedido, inadvertidamente afirmamos as mesmas condições que menos desejamos. Quando, por exemplo, pedimos: “Por favor, que haja a paz!“, estamos declarando que a paz não está presente na situação atual. Fazendo isso, na verdade estamos dando combustível à condição que escolhemos mudar.

(OS) Reconhecemos o poder da nossa oração e sabemos (sentimos) que seu foco já se tornou passado.

5. Gratidão

(OL) Continuamos solicitando a intervenção até que vemos que a mudança ocorreu em nosso mundo ou desistimos e abandonamos o caminho da oração.

(OS) Nossa oração, agora, é composta de: a) reconhecimento de que a paz já está presente em nosso mundo, vivendo de acordo com o conhecimento de que essas mudanças já ocorreram; b) reforçando nossa oração, dando graças pela oportunidade de eleger a paz em vez do sofrimento.

Se você vai acreditar ou não é outra história, mas não podemos negar a existência desse documento. Exibido hoje no Museu do Santuário do Livro em Jerusalém, acredita-se que o Código Isaias seja tão precioso que é guardado em um cofre no chão do prédio no caso de um desastre natural ou causado pelo homem.

A técnica, que data mais de 2.000 anos, é apontada hoje como uma das grandes e mais importantes sabedorias da humanidade. Na dúvida, que tal fazer o teste e ver se realmente faz a diferença na sua vida?

Fonte(s): Anjo de Luz, Livro: Efeito Isaías - Gregg Braden
Redação - Almanaque SOS
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