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Crossfit Mental

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Boteco que é galeria, galeria que é balada? + Review Clock’o #PraIr

Uma mistura de arte, drinks e música aberto até as 5 da manhã! Sobre a Balada “Laranja Mecânica” -um reduto dos mais “engomadinhos”.

O QUE EU ACHEI..?

 

 

Começando a coluna da semana com o relato da balada sugerida na semana passada, lembrando que, todo o conteúdo aqui é de opnião inteiramente pessoal, ok?

E aí, veio a promessa de um after hours que pudesse bater de frente com a nave mãe dos afters de SP. Um club que prometia uma decoração inusitada, musica boa e uma experiência de fazer jus a melhor noite/dia da cidade. Pura ilusão.

O fato de ocupar um dos redutos mais “engomadinhos” da cidade já me deixou com os dois pés e uma mão atrás, mas como estamos em São Paulo e tudo pode acontecer, achei melhor relevar qualquer pré-conceito, dividir com vocês as impressões que ouvi de outras pessoas e ir lá conferir.

Na chegada, já fica claro o tipo de club e o publico alvo que eles querem para seu estabelecimento: 200 reais consumação para os homens e para mulheres “dava pra fazer 00”. É um “face control” disfarçado de generosidade.

Uma balada boa de verdade, no meu conceito, tem preços iguais para homens, mulheres, cachorros, saguis e neanderthais. A balada democrática é sempre boa, pq só vão ali os que realmente querem se divertir.

Ao entrar na casa, uma decoração de muito bom gosto mas que nada lembra o filme laranja mecânica a não ser pela roupa dos garçons. A pista é bem limitada e rodeada pelos camarotes onde acontece o tradicional e cafona ritual “mãmãe-preciso-me-auto-afirmar” da champa com “foguinhos”.

Pra mim já estava claro que, definitivamente, não era o que eu esperava. Ao olhar os preços do bar, é compreensível o valor cobrado na consumação. Com o valor de um drink dá pra comprar uma garrafa inteira do principal ingrediente do mesmo e nem precisa ser em um supermercado.

Para terminar a minha longa balada (durou no máximo 1 hora), o sapato social dividindo espaço da pista com os saltos altos me convenceram de que era hora de ir embora. Não foi nenhuma surpresa sair e dar de cara com uma ferrari vermelha roncando na porta e alguns tipinhos de cashmere enrolado no pescoço batendo no peito pra mostrar quem entraria junto com ele.

Tem gosto pra tudo. Nem preciso dizer que saí correndo e fui parar na D Edge, que pra mim, é realmente de verdade. Saí de lá com o rosto vermelho do sol, 11 horas da manhã com a certeza de que ainda vai demorar muito para aparecer outro que esteja a altura.

E que na próxima vez que alguém me disser que realmente chegou esse “outro” eu vou esperar pelo menos uns 10 comentários de amigos ou o relato de algum colunista, antes de me arriscar a ir. E se vc solteiro também foi lá conferir, conta aqui pra gente o que achou!

Um viva a diversidade!

 

PRA CURTIR

Agora vamos falar de coisa boa, sem promessas e esperanças mas sim com a certeza de um lugar com uma proposta diferente, um clima legal e a certeza de uma boa escolha na hora de querer encarar um programa diferente em SP.

 

 

O D4 Boteco Galeria. O espaço acabou de abrir é uma mistura de arte, drinks e música. Uma pista, mesmo que pequena, promete sempre trazer novos projetos e DJ´s fugindo da linha rotulada que acaba acontecendo em todos os lugares. Além disso, essa atmosfera se mistura com uma galeria de arte e um bistrô-bar.

Pensando em tudo isso separado fica difícil imaginar que possa dar certo, mas o D4 acertou em cheio e dosou tudo com maestria. O lugar ficou sensacional e pode ser um club underground com arte e comida ou um galeria bar, com petiscos e músicas ou um boteco artístico com DJ, enfim, vai de cada um conferir e julgar como se sentir melhor.

O mais legal é que tudo que está no lugar está a venda. Sejam quadros, cadeiras, pratos, garçons (!!!!); Quer dizer, nem tudo, mas com certeza aquela peça que você achou sensacional está a venda.

Uma das festas do D4 é a Groove is the Heart, um projeto mensal de André Pereira e Marco Albieri, inspirado no lendário estúdio 54, que tem como característica um mix dos maiores hits das décadas de 70, 80, 90 e 2000. O residente é Rafa Viana, que já tocou na Lions, D-edge, LAB, A Lôca e outros projetos “old is cool”. Vale a pena conferir (e também contar aqui pra gente o que achou)!

D4 Boteco Galeria

Rua da Consolação, 3417 (Jardins – São Paulo/SP)

Telefone: (11) 2338-8910

Horário de funcionamento: terça das 12h00 às 03h00, quartas das 12h00 às 04h00, quinta das 12h00 às 05h00, sexta das 12h00 às 05h00, sábado das 12h00 às 05h00 e domingo das 12h00 às 01h00

Mulheres pagam R$ 20,00 de entrada e os homens R$ 40,00. Já o valor de consumação é de R$ 50,00 para elas e R$ 80,00 para eles.

Estacionamento: a casa não dispões de estacionamento próprio, mas há um 24 horas ao lado e os valores podem variar de R$ 20,00 a R$ 50,00.

Site: www.d4botecogaleria.com.br

 

 

VOODOOHOP SP – PRA CURTIR NA VASCA

“Ja virou tradição, a abertura do Mês da Cultura Independente organizado pela Secretaria de Cultura vai cair na data de aniversario da festa Voodoohop e apoio do Bureau Export / Embaixada da França no Brasil.

 

 

Projeções, DJs de várias partes do mundo, performances, e intervenções sonoras farão parte da festa de abertura do MCI 2012. Um dos destaques da programação é o dj turco Baris K, nome de peso na noite de Istambul e aclamado mundialmente por seus “Eurásia Mixes”, que são os mixes originais e ecléticos do gênero turco Anadolu Pop. A festa conta ainda com a performática dupla francesa “Congopunq”, que pode ser considerada uma mistura da banda africana Konono n1 com punk dos anos 80s, o psicodélico músico mineiro Psilosamples, Anvil fx e muito mais. Em parceria com o coletivo Voodoohop, a festa tomará conta do centro velho de São Paulo durante a madrugada de sexta pra sábado.

◆◆◆LINE UP ◆◆◆

◆CongopunQ (França)◆
Congopunq surgiu da parceria de Cyril Atef com o Dr.Kong. Cyril é um dos bateristas francêses mais talentoso da sua geração, depois do sucesso da primeira banda Bumcello, ele continuo com projeto colocando a bateria no centro. Inspirado da banda africana Konono n1, da energia punk dos anos 80s e da musica eletrônica, a musica de Congopunq nasce em batidas afros que conduzem gradualmente num estado de transe comunicativo. Quando Cyril bate, Mr.Kong dança. Mr.Kong é um mistério barbudo de 2m de altura que vive num outro mundo, ele fica brincando com objetos extraordinário, se esconde em baixo de uma pele de urso ou organiza uma degustação relâmpago de feijão francês com o publico.



◆BARIS K (Istambul) ◆

Baris K é um DJ e produtor de repertório bem peculiar. Ele resgata músicas obscuras da Turquia dos anos 60 e 80, remasteriza e re-edita sons do Anadolu Pop – um estilo musical criado na Asia Menor que mistura elementos culturais locais com música pop e rock psicodélico. Aqui um set dele chamado Eurasia: An Introduction Turkish Cosmic Space. Os grooves são bem variados. Desde Funk até a Disco. Os vocais e os instrumentos típicos fazem o clima do set. A gente nunca imagina que do outro lado do mundo se pode ter um som desses. Para quem gosta de sons diferentes é um prato cheio.

◆ANVIL FX (Paulo Beto + Pedro Zopelar) : http://www.youtube.com/user/anvilfx666
O Anvil FX é um projeto de música eletrônica que foi fundado pelo mineiro Paulo Beto no ano de 1998. Já abriu shows como: Stereolab, Atari Teenage Riot e tocou no Sonàr SP, Elektronica (BH), Arte.Mov.

◆Psilosamples
http://psilosamples.com/
Psilosamples é o resultado da produção do mineiro Zé Rolê. Sua sonoridade mistura os temas, as cantigas, os folclores, as cirandas e os forrós da tradicional cultura popular brasileira com a música eletrônica, em especial o techno e o IDM.

◆Keroøàcidu Suäväk (Free Folk – instalação e performance)

◆Thomash vs A Macaca http://soundcloud.com/djthomash

◆Rubens Peterlongo (Cafezinho Set)

◆Urubu vs Piero Chiaretti (Minimal Macumba)

◆Performances: RG_Faleiros, Huper Alm, Timalina, Volatiluz…

◆O Jardim Eletrico (Projeção)

◆VJ Roger Sodré (United Vjs)

◆VJ Jeff Roberts

◆VJ Suave

◆Projeção na fachada com os alunos do Workshop de VideoMapping

◆Cachaçaria Tropicaos

◆Cenografia: AhCervo!, Daniel Lie e Timalina
+ apoio cenografia: Victor Schilton – Adtex
Como se já não bastasse tudo isso, confirme presença no site, divulge o evento e ganha direito de entrar no afterparty: http://voodoohop.com/event.php?eventid=393 (r$20)”

Texto retirado do VoodooHop Event

 

Boa balada solteiros!

Bjo pra quem é de bjo, abraço pra quem é de abraço!

 

 

Neto – @n3tooEsse que vos fala, não é PHD em assunto nenhum, fala com a propriedade de alguém que acredita aproveitar a vida ao máximo, mas que está longe de ser o senhor da verdade e nem quer. Ri de si mesmo sempre que pode, quebra a cara com frequência, tem um estranho prazer em pagar a língua (além de comer polenguinho com doce de abóbora) e chora sempre que se olha no espelho. Resumindo, não estou aqui para ditar regras, nem defender nenhuma verdade, muito menos levantar qualquer bandeira. Apenas venho expressar minha opinião e qualquer um pode me julgar.

SOS Solteiros
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