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Setor Bugiganga

BOMBA: Segredo sombrio por trás da sensação “Pokémon Go” é revelado

Analisaram quem está por trás do aplicativo e, ao que parece, não é nada divertido.

O fenômeno Pokemón Go ainda não aterrissou em terras tupiniquins, mas lá fora ele anda dando muito o que falar desde o lançamento.

A última novidade, descoberta após algumas pesquisas, é a de que a CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) estaria por trás do aplicativo, espionando os quase 100 milhões de jogadores em suas casas.

O que você disse?

Embora isso possa parecer mais uma daquelas teorias de conspiração, realmente existem relações entre o órgão governamental e o jogo. Mas será verdade que enquanto a gente corre para capturar os pokemóns, eles correm para capturar a gente?

Como tudo começou

A criadora do Pokemón Go é uma empresa chamada Niantic, Inc, fundada pelo americano John Hanke.

John Hanke

Ele também é o nome por trás da pouco conhecida Keyhole, comprada pelo Google em 2004. Essa empresa é responsável por um software que trabalha com fotos e localizações por satélite, e foi esse programa que deu origem ao Google Earth.

A Keyhole foi financiada pelo In-Q-Tel, um fundo de investimentos que torna possível várias empreitadas tecnológicas relacionadas à CIA. Com objetivo, segundo seu próprio site, de “identificar, adaptar e entregar as inovações tecnológicas necessárias para dar suporte à CIA e à comunidade de inteligência americana.”

Basicamente, o In-Q-Tel oferece os recursos que os serviços de inteligência americanos precisam para realizar suas investigações – a maioria ligada a espionagem.

E o que o Pokemón Go tem a ver com isso?

Bem, o principal fator de sucesso do jogo tem a ver com mapas.

Desde seu primeiro trabalho, o Ingress, a Niantic foca seus jogos em localização geopolítica e realidade aumentada, e isso pode ser um prato cheio para as agências de inteligência conseguirem muitos dados particulares. Afinal, agora ele podem ver até o seu banheiro (o que não podiam até outro dia).

As buscas dos usuários pelos Pokemóns em (literalmente) todos os lugares, levam os localizadores dos smartphones a locais que nem os satélites do Google chegam, como o seu banheiro, a tua sala, o teu quarto… E sim, a CIA pode usar tudo isso!

E tudo é consentido pelo próprio jogador nos termos de serviço do aplicativo antes de jogar.

Isso é muita informação

Sobre a política de privacidade de seus dados em relação a terceiros, podemos encontrar a seguinte colocação no 3º capítulo, item “e.”

“Nós cooperamos com agências do governo e companhias privadas a fim de aplicar e cumprir a lei. Podemos divulgar qualquer informação sobre você (ou seus filhos) que estiver em nosso poder para o governo, autoridades policiais ou empresas privadas como nós caso seja necessário ou apropriado […]”

Resumindo: ao aceitar os termos de serviço, você dá o direito da empresa utilizar seus dados para qualquer fim que esteja relacionado à própria Niantic, ao governo ou às instituições ligadas a ele (como a CIA, por exemplo).

Vale lembrar que para o aplicativo funcionar, é exigido acesso à sua câmera, GPS e microfone, além do acesso total à sua conta do Google.

Segundo relato do Matheus Guide, autor do post bombástico no facebook, sempre que você aceita a permissão, o teu celular já encontra 3 pokemóns próximos. Quando você procura por eles dentro de casa, você acaba permitindo que o aplicativo tenha uma foto da sala, incluindo as coordenadas e o ângulo do seu celular.

Como eu faço para isso não acontecer?

Se você usa Android, infelizmente ainda não há um jeito de evitar, mas caso você seja um usuário do iOS, este usuário do Twitter tem uma solução para você se proteger pelo menos um pouquinho:

1. Faça seu login com o Google

2. Acesse o seguinte link: https://security.google.com/settings/security/permissions?pli=1

3. Bloqueie o acesso do aplicativo à sua conta, e se ele parar de funcionar, repita o processo e abra de novo.

A discussão sobre essa polêmica ainda está no início. Provavelmente é um caminho sem volta, afinal a realidade aumentada é a nova realidade. Mas antes de sair instalando jogos da moda, ou divulgando suas informações pessoais por aí, pare e reflita.

Nada é de graça. Afinal, temos mesmo que pegar?

Fonte(s): InfoWars, BusinessInsider, Twitter, SuperInteressante, In-Q-Tel, Snopes, NianticLabs
Lucas De Vivo
Um estudante de Jornalismo meio maluco, geek, que tem mais brinquedos do que móveis no quarto, apaixonado por essa coisa insana chamada criatividade e fino apreciador de omelete de queijo com arroz e banana.

Tá na rede!

Em caso de chefe
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