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Setor Bugiganga

Atualize o WhatsApp agora! O app recebeu o ataque mais grave da história

O ataque não depende de qualquer ação do usuário para ser ativada.

Você provavelmente já ouviu dizer que no dia do juízo final todas as suas conversas do WhatsApp passarão em um telão, não é? Não vai ser dessa vez, mas nosso app preferido de troca de mensagens sofreu um ataque para deixar qualquer um que tenha informações muito sigilosas no celular de cabelo em pé.

Simples. Seguro. Troque mensagens com confiança” – esse é slogan do zap. Mas um ataque hacker, que especialistas consideraram gravíssimo, mostrou que usar o aplicativo em nossos smartphones pode não ser tão seguro assim.

Segundo especialistas, o fato de a vulnerabilidade explorada no ataque não depender de qualquer ação do usuário para ser “ativada” é o que faz dela uma ameaça gravíssima. Uma brecha no sistema de chamadas de voz do app deu espaço para que fosse instalado em alguns aparelhos uma espécie de sistema de espionagem, que poderia dar acesso a todo o conteúdo do telefone das vítimas.

As suspeitas são de que a intenção era acessar o conteúdo dos aparelhos de pessoas específicas, como políticos, jornalistas e ativistas sociais. Em relatório de segurança emitido pelo Facebook (a quem o WhatsApp pertence), a empresa informou que versões anteriores às relacionadas abaixo estariam sujeitas ao ataque:

  • Android: versões anteriores a 2.19.134 (convencional) e 2.19.44 (versão Business);
  • iOS: versões anteriores a 2.19.51 (convencional) e 2.19.51 (versão Business);
  • Windows Phone: versões anteriores a 2.18.348;
  • Tizen (usado nos smartwatchs da Samsung): versões anteriores a 2.18.15.

O WhatsApp possui cerca de 1,5 bilhões de usuários ativos e esse foi o ataque mais relevante desde seu lançamento, em 2009. Por via das dúvidas, é melhor atualizar o app para a versão disponibilizada na última sexta (13) e garantir que seus dados estejam seguros – ao menos por enquanto.

 

Fonte(s): WhatsApp, Canaltech, UOL
Daiane Oliveira
Jornalista, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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