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Atitude Coletiva

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Técnica simples para não se irritar com as baboseiras que ouvimos por ai

Tá tudo bem? Se não tiver, vai ficar.

Hoje em dia é difícil saber o que tem mais na internet, memes da Gretchen ou tretas. Mas diferente da “rainha do rebolado”, as encrencas também podem ser vistas na firma, no transporte público ou em qualquer outro lugar.

E muitas vezes, a faísca de tudo é apenas uma pequena divergência de opiniões. Mas é fácil evitar essa pilha de cair na agressão, seja física ou verbal, quando não concordamos com alguma coisa. Basta usar a técnica do “tudo bem”.

Lucas Liberato, coach de equilíbrio emocional, publicou um artigo no site HuffPost Brasil onde conta o quanto cresceu desde que passou a usar a técnica do “tudo bem” como um mantra daquilo que ele desejava para sua vida.

Técnica do “tudo bem”, que história é essa?

De acordo com o especialista, durante anos ele lutou e se revoltou contras coisas que não concordava. Seja uma opinião diferente, uma atitude com a qual ele não concordava ou até uma reprovação de seus próprios pensamentos.

Toda essa revolta resultou em estresse, chateação, cansaço e por fim nada mudou.

Pelo contrário, aquele princípio de “tudo o que você foca, cresce”, se fez valer. Como ele gastava sua energia com reprovações, discussões vazias e muitas vezes embebidas em ódio, todo esse sentimento apenas se voltava contra ele.

Mas a mudança veio quando o coach decidiu abrir mão de um velho hábito que todos nós temos: a mania de sempre querermos estarmos certos. E assim surge o “tudo bem”.

“Ah, tudo bem”

Aquela pessoa concorda com você? Tudo bem. Não concorda? Tudo bem também! Basta agir assim. O grande lance é focar as suas energias, o seu tempo, seus pensamentos nas coisas que você deseja para si.

Se você não concorda com que estão dizendo, tudo bem, não esquente a cabeça com isso. Basta focar no que você acredita, não dê atenção para aquilo que, no seu ponto de vista, não é realmente importante.

E caso o que ouviu e te afetou seja realmente muito absurdo, tente trocar o ‘tudo bem” por “eu escolho me sentir bem”.

Conforme pontuado pelo especialista, temos que nos atentar ao fato de que, geralmente, tendemos a concordar com nós mesmos, então que tal nos fazer acreditar que tudo bem, até que fique realmente tudo bem?

E não é uma simples questão de dissimular ou dar de ombros para a opinião alheia, é uma atitude de poupar sua energia, direcionar o seu foco para aquilo que realmente faz a diferença para você.

Tudo bem, eu vou superar isso.

Você recebe o que você manda

Toda essa história nos fez lembrar da pesquisa feita pelo Dr. Masaru Emoto. Através de experimentos práticos, ele demonstrou que aquilo que falamos, pensamos e fazemos, ou seja, o quanto a energia que emanamos, pode alterar as coisas à nossa volta.

Segundo o especialista, vibrações positivas causam efeitos positivos, bem como as negativas causam efeitos negativos. Ou seja, quando a gente fica focado na treta, por mais que nosso objetivo não seja realmente brigar ou discutir, estamos emanando um monte de energia ruim, e veja só… ela volta. Para entender mais sobre esse experimento, basta clicar aqui.

É exatamente isso que Liberato revela quando diz que na época que era “virado no Jiraiya“, as coisas não mudavam e se intensificavam ainda mais. Depois que ele começou a usar a técnica do “tudo bem” ou ser otimista em situações difíceis, não dar trela ao sentimentos negativos, tudo mudou.

A mudança

O coach sugere então aplicarmos a técnica do “tudo bem” na nossa rotina. Parar de querer sempre ter razão e sair como ganhador de qualquer “roda de conversa acalorada”.

Tá certo, não é um trabalho fácil, ainda mais nos dias de hoje onde meias verdades são espalhadas com facilidade criando opiniões totalmente deturpadas sobre os fatos, mas pense como sendo um processo de reeducação.

Aos poucos tente trabalhar o seu “tudo bem”, seja ao concordar, odiar, amar ou reprovar a situação. A tática é poderosíssima, segundo Liberato, logo você terá uma transformação na maneira como se sente e como interage com a vida.

Fonte(s): Psicologias do Brasil, Huff Post Brasil
Redação - Almanaque SOS
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