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Sem Crise!

“Apertamentos” de 30 m2. Você ainda vai morar em um

Moradias compactas para atender ao mercado crescente de solteiros, de idosos e de… durangos!

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(5osa)

Você é solteiro ou solteira, está saindo da casa dos pais ou se separando e, claro, vai querer morar num lugar bacana, que atenda às suas necessidades. Certamente já pesquisou a mansão do Chuck Norris, em Dallas, que tem 683 m2, sala de cinema, academia, custando a bagatela de 1 milhão de dólares. Recusou, claro, porque Dallas é um pouco longe do seu trabalho.

Mas daí, pesquisando no mercado dos nossos disputados centros urbanos, com toda a qualidade de vida brasileira, seus sentidos entraram em alerta de estresse: apartamentos de 70 m2 chegam a custar 2 milhões de reais, com aluguéis a superiores a 3 mil reais por mês.

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Pode? Pode. A bolha imobiliária, seja ela bolha ou não, tem produzido esses milagres. E o resultado é que os apartamentos têm encolhido para se tornarem um pouco mais acessíveis. E, também, para seguir um estilo de vida que está se tornando internacional: moradias compactas para atender ao mercado crescente de solteiros, de idosos e de… durangos!

A verdade, é que os terrenos nos centros urbanos estão escassos e o mercado imobiliária continua com a mesma fome. Assim, estão começando a proliferar os apartamentos que têm o tamanho das antigas cozinhas, com 35, 25 e até 15 m2. É prático, se você não tiver mais de 1,90 m.

É o que se chama de “studio” — chique, não é? O nome disso, antigamente, era kitnet, um imóvel que você moraria caso estivesse definitivamente excluído da sociedade.

Mas agora, não. É bacana, é prático, é normal. Só não é tão econômico assim: há studios que são vendidos por mais de um milhão de reais, o que faz a gente pensar que Dallas, afinal, não é tão longe assim.

Caros, reduzidos, esses apartamentos, ou como diz um amigo meu “apertamentos”, constituem uma das opções mais requisitadas no universo imobiliário. E é bem possível que você ainda vá morar em um deles, embora nesse momento você esteja pensando “eu? Nunca!”

Vamos ver…

*Texto produzido com a assessoria de João Amado, consultor econômico e sócio fundador da Mudarei Consultoria.

 

Apoio

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Roberto Amado
57 anos, é jornalista com atuação na imprensa paulistana, escritor e romancista indicado ao Prêmio Jabuti, solteiro com algumas recaídas e com vocação para cantor de tango que nunca foi realizada e nem será. Dono do blog Poucas Palavras .

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