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Sinta-se Bem

Ao ensinar truque para experimentar sunga sem medo nas lojas, ele causou reboliço no Twitter

Gabriel mereceu todos os nossos biscoitos.

O que você faz na hora de comprar roupas íntima e de banho: sabe seu tamanho só de olhar ou é do time que precisa provar para ter certeza de que tudo vai ficar exatamente do jeito que deseja?

Se faz parte do segundo time, provavelmente já sabe que não é toda loja que permite experimentar peças íntimas antes da compra – é por uma questão de higiene. Imagine vestir uma peça que já foi provada várias e várias vezes? Bom, se você encontrar uma loja que permita a prova dessas peças, viemos compartilhar uma dica inusitada.

A ideia veio do Twitter, quando o estudante Gabriel Costa dividiu com a galera sua estratégia para experimentar sunga de banho:

Gabriel resolveu publicar esse “tutorial” (que já foi tirado do ar) após ser questionado por outros usuários, ao postar fotos no provador com sungas de banho anteriormente; alguns internautas haviam mencionado que a prática seria anti-higiênica.

Mas a ideia do estudante, entretanto, é simples, eficiente e higiênica: saiu para comprar roupa íntima? Vá com uma peça (cueca/calcinha) menor por baixo para que você possa colocar o novo modelo por cima.

É seguro, higiênico e, se a peça for de tecido fino, não interfere na prova. Para as mulheres (ou homens que desejarem), uma opção é ir vestindo uma calcinha fio dental – assim qualquer modelo pode ser experimentado por cima dela.

Segundo os vendedores, por mais óbvio que pareça, a dica é uma revelação para algumas pessoas:

Se você nunca tinha parado para pensar no assunto, é bom refletir um pouco. Pesquisas já comprovaram que o forro de roupas íntimas – mesmo novas – podem carregar milhares de bactérias!

É inclusive, por isso, que as lojas não são obrigadas a permitir a prova de roupas íntimas. O Código de Defesa do Consumidor (CDC), garante que é um direito do consumidor:  “a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos“.

Ao G1, a comerciante Simone Oliveira afirmou que permite que seus clientes experimentes peças íntimas, mas colocou nos trocadores lenços umedecidos para que eles possam realizar a higienização antes provar os itens.

Por essas e outras, Gabriel mereceu todos os nossos biscoitos.

Fonte(s): Planalto, G1, Zanotti
Daiane Oliveira
Jornalista, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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