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Atitude Coletiva

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“Foi só um elogio”: O que o preconceito e picadas de mosquito têm em comum

Para quem sofre, é como uma noite de verão sem repelente.

Dario C L Barbosa Publicado: 23/01/2017 11:51 | Atualizado: 23/01/2017 11:53

Se levar uma picada do mosquito aedes aegypti causa arrepios na maior parte da população, imagine ser picado, várias vezes ao dia, por vários mosquitinhos que transmitem uma doença tão grave quanto. A discriminação.

Esse foi o paralelo usado na animação criada pelo site americano Fusion para explicar os problemas das “miniagressões” que muitas pessoas sofrem diariamente, apoiadas no preconceito velado.

Segundo a animação, essas pequenas agressões são fáceis de serem reconhecidas. Frases como “ela é gordinha mas tem o rosto tão bonito“, “nossa, você nem parece gay” ou “alise seu cabelo, vai ficar mais atraente” são alguns exemplos desses “palpites” indelicados que parecem inofensivos, mas agridem quem os ouve.

Porém, assim como uma picadinha de pernilongo, ouvir esse tipo de agressão uma vez ou outra, a gente até aguenta. Mas imagine quem sofre com preconceito várias vezes ao dia. Seria como passar o verão no litoral sem usar repelente.

A ilustradora Kaol Porfírio publicou o vídeo em sua página no Facebook – legendado em português – e o post já ultrapassou a marca de um milhão de visualizações (até essa publicação). Um belo repelente contra preconceituosos.

Fonte(s): Facebook, Fusion
Dario C L Barbosa
Fundador e editor do Almanaque SOS. Paulistano, formado em Comunicação Social, trocou os anos em redes de rádio e televisão pela internet em 2012. Vegetariano, meditante e ecossocialista na luta por consciência e equidade. ( Twitter - Instagram ).

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