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A Onda (Vale 9,0) #PraAssistir

O professor Ron Jones teve a “brilhante” ideia de recriar um ambiente seguindo a linha de um regime ditatorial, dentro de sua sala de aula. Porém as consequências saíram do seu controle.

Bom, o filme de hoje é relativamente antigo, em comparação aos demais que tem aparecido por aqui, foi lançado em 2008, é o FORMIDÁVEL “DIE WELLE”, ou A Onda, tradução literal do título alemão.

Qual o Gênero?

Drama

Vale a Pipoca?

JA – Sim, em alemão (porque eu sou poliglota… só que nein, não em alemão ¬¬)

Vale quanto (de 0 a 10)?

9

 

Dirigido e co-escrito por Denis Gansel

Com um roteiro baseado no livro, escrito em 1981, do autor americano Tod Strasser sobre Ron Jones,

e transportado, de maneira brilhante e atual para a Alemanha pelos senhores Johnny Dawkins, Ron Birnbach e Peter Thorwarth.

Bom, o livro do Tod Strasser, sob o pseudonimo de Morthon Rue, é uma ficção baseada na real história passada na cidade de Palo Alto, na Califórnia, EUA, e o que aconteceu lá, foi o experimento “The Wave”.

Em 1967, quando o então professor, Ron Jones, teve a “brilhante” ideia (didaticamente ela foi brilhante) de realizar a experiencia de recriar um ambiente seguindo a linha de um regime ditatorial dentro de sua sala de aula… Teve a duração de uma semana, porém as consequências foram eternas.

Bom, toda essa história foi transportada e atualizada para a Alemanha, onde esse livro, Die Welle, é leitura obrigatória. O filme começa, com um professor meio “porra louca”, e meio frustrado, por ter sido escalado para o curso de Aristocracia, nitidamente um peixe fora d’água no assunto.

Bom, esse professor é Reiner Wenger

(Jürgen Vogel)

Quando ele entra na sala, fica impressionado com a quantidade de alunos inscritos para este curso… Sem muita noção do que fazer para conquistar seus alunos e fazer com que os mesmos se interessassem pelo tema, ele acaba propondo aos mesmos que todos implementassem o regime de foco de estudo para dentro da própria sala de aula.

Entretanto, o que os mesmos se esquecem de fazer é implementar o regime inteiro, ou seja, na aristocracia, a união de poder pertence a alguns e não à coletividade, ja o que o professor fez, foi separar os alunos do curso dos demais.

Em uma semana de projeto, os mesmos embarcaram com tanto empenho, que logo já possuíam uniformes, símbolo, líder, inimigos, disciplina extrema e todos os outros elementos de qualquer regime Fascista.

Todos percebem que a situação fugindo ao controle, menos os envolvidos. As pessoas que são contrárias as ideias da “Onda”, são tratados como inimigos e são esmagados por seus ideais e por sua união. O movimento vai, como uma onda, arrastando tudo, angariando diversos seguidores.

Assim, é um TAPA na cara da sociedade, pois mostra como o ser humano é manipulável, inconscientemente acaba se deixando levar por diversos fatores, tais como o poder, o status e o sentimento de superioridade, comum em algumas classes e crendices.

Cada aluno, no filme, encara “A Onda” de uma maneira diferente, a princípio, existem aqueles que nasceram para o regime fascista, e abraçam a ideologia de maneira assustadora, mas também existem aqueles que se assustam com a intensidade do movimento e caem fora.

Entre os alunos que pertencem à “Onda”, está o Marco

(Max Riemelt)

Que é um atleta, ele, a principio não estava muito aí para o curso, mas no decorrer da semana em que se passam os fatos acaba encontrando na união do grupo uma família.

Existem diversos personagens que valem a pena criar um paragrafo para desenvolver, porém, se eu o fizer, acabarei estragando algumas surpresas do filme… Portanto, paro por aqui.

Em linhas gerais, é um filme que me chocou, principalmente por saber que tudo aquilo, de certa forma, aconteceu. Claro que no Brasil, isso não aconteceria, pois somos um país colonial e que não possui a união necessária para que se instaure um regime fascista… Bom, assistam o filme, e tirem suas próprias conclusões sobre esse tema tão importante que é o poder.

EM SUMA, O FILME GANHOU:

Nada não…

INDICAÇÕES QUE NÃO VINGARAM…:

Nenhuminha =/

TRILHA SONORA:

Bom, a trilha sonora é muito atual (lembrando que o filme é de 2008) Conta com uns hits do momento, como Rock’n’roll queen, do Subways, música que por sinal, o Under Construction fez um remix sensacional. A trilha é boa, bem rock’n’roll.

 

Pedro Lenti – @pedrolenti – Advogado, desocupado que assiste muitos filmes e mantém uma opinião sincera e franca sobre os que vê, gostando ou não. Vivo por mim e pelo que me faz sentir coisas novas e diferentes… Juro que não quero que vocês concordem com tudo o que eu falo e penso, usem essa opinião pessoal como um arsenal de dicas para uma possível sessão com pipoquinha.

 

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