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Atitude Coletiva

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A história dos lavradores que ensinou ao Twitter porque não devemos confiar em Bancos

Antes de acreditar no gerente, é bom consultar um advogado.

  • Após sua morte, a família de um lavrador descobriu que ele tinha feito um empréstimo alto.

  • Tal empréstimo tinha garantia em caso de morte do devedor.

  • Como há impacto na carteira do Banco, o gerente tentou extorquir a família.

Se você tem alguma instrução, é possível que consiga realizar uma leitura rápida dos contratos que assina – especialmente em instituições financeiras. Mas entender, de verdade, todas as taxas, cláusulas e letrinhas pequenas dos contratos pode não ser uma tarefa fácil.

Isso tudo dá margem para que, havendo má intenção, funcionários dos bancos acabem escondendo determinados direitos que temos. E foi exatamente isso o que aconteceu em uma humilde família de lavradores.

A história foi contada pela advogada Rosa, especialista em mercado de capitais, em seu Twitter (ela preferiu não divulgar o sobrenome). Na thread aprendemos que não dá para confiar cegamente em gerentes de instituições financeiras, provavelmente as pessoas que melhor conhecem nossa situação econômica.

Segue o fio:

 

 

Histórias como a dessa família de lavradores nos levam a refletir sobre o poder que os administradores financeiros têm sobre as pessoas – especialmente aos menos escolarizados. Em conversa com o SOS, a advogada afirmou que a viúva não sabe o que levou o gerente a tomar tal atitude.

O fato é que esse, infelizmente, não é o primeiro nem deve ser o último caso semelhante. Depois dessa thread no Twitter, algumas pessoas também relataram situações de abuso por parte de Bancos:

Após a repercussão da história, Rosa afirmou, também pelo Twitter, que sua principal intenção ao dar publicidade ao fato foi “falar sobre como as nossas ingenuidades e valores são usados pelas instituições contra o nosso próprio interesse“.

Fica o alerta para se manter vigilante nessas questões financeiras. Se você suspeitar de irregularidade em alguma transação, procure a Ouvidoria do seu Banco. Caso isso não resolva, como aprendemos agora, é sempre bom consultar um advogado.

Para acessar lista do Banco Central com contato da ouvidoria das principais instituições financeiras atuantes no Brasil, é só clicar aqui.

Fonte(s): Twitter - @outrarosa
Daiane Oliveira
Redatora, feminista e mãe. Discute religião, política, sexo e hábitos sustentáveis. Não discute futebol porque não entende. Quem sabe um dia.

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