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8 Plataformas para viajar o mundo inteiro em troca de trabalho voluntário

Uma experiência transformadora que cabe no seu bolso.

Para os amantes de viagem existe uma forma de conhecer o mundo e ainda fazer a diferença por onde passar. São as viagens para fazer trabalho voluntário. De quebra, ainda é possível economizar já que é possível trocar custos por uma mãozinha na obra.

Vale lembrar que todas essas experiências sociais e culturais, além de transformar a sua vida, ajudam a construir um currículo mais potente para o mercado de trabalho.

Se interessou? Diversas plataformas ajudam os interessados a conseguir planejar uma viagem dessas. É possível ir para o mundo inteiro em troca de serviços como ajudar em fazendas, guiar turistas e ensinar inglês a crianças.

 

1. WWOOF Brasil

A WWOOF Brasil é um serviço de informações para conectar voluntários com agricultores e produtores orgânicos. Os voluntários podem tanto ser anfitriões como WWOOFer, que são as pessoas que viajam e participam dos projetos orgânicos.

Na prática, funciona assim, os anfitriões são fazendas afiliadas à WWOOF. Elas acolhem viajantes de todo o mundo que querem conhecer o país. Os visitantes participam de tarefas diárias nas propriedades e, em troca, as fazendas dão hospedagem e alimentação aos viajantes.

Para participar é preciso fazer um contrato anual que custa US$ 38 por pessoa e é preciso ter mais de 18 anos. A plataforma consta com SAC em português, o que ajuda muito.

O estudante de agroecologia João Carlos Mendes foi para a França dessa forma. Conheceu a plataforma por meio de uma amiga, com a intenção de conhecer novos lugares fora dos roteiros turísticos resolveu se aventurar na viagem.

“Eu aprendi muita coisa, primeiro a questão cultural, são outras realidades. Foi uma experiência muito bonita. Consegui me colocar em um local que não imaginava”, lembra.

Para ele, o único ponto negativo foi ter ficado pouco tempo, mas ele ressalta que a quantidade de dias é negociável. João Carlos explica que para participar é bastante simples:

“Você entra em contato pela plataforma com uma propriedade que tem cadastro e combina com ele o que você tem a oferecer, qual o seu perfil, não tem nenhum pré requisito. Depois você faz um acordo de quantas horas vai trabalhar. Você só arca com o custo do transporte, alimentação e hospedagem é por conta do anfitrião. É uma troca”, explica.

A WWOOF é uma rede mundial e a adesão é feita por país. Dessa forma, dependendo de onde a pessoa queira fazer trabalho voluntário é preciso fazer uma adesão diferente.

Mais informações, clique aqui.

 

2. Worldpackers

Plataforma que conecta pessoas do mundo inteiro para trocarem habilidades por hospedagem. São hostels, pousadas, ONGs, comunidades e projetos ecológicos que a pessoa pode ajudar e receber em troca hospedagem gratuita, alimentação e outros benefícios em mais de 170 países.

A taxa pode variar entre US$ 10 e US$ 50 por viagem e é preciso fazer um cadastro no site para participar. A plataforma também consta com SAC em português.

Para Diego Bertoldo, o Worldpackers foi a possibilidade de realizar o sonho de fazer uma viagem fazendo trabalho voluntário sem ter que desembolsar uma grande quantidade de dinheiro. O estudante de filosofia está entusiasmado à caminho de fazer a primeira viagem pela plataforma, para Bogotá.

“Pra mim, viajar fazendo voluntariado é uma oportunidade preciosa de imersão cultural. Mas, não é qualquer imersão, é estar entre outros voluntários; entre pessoas que acreditam na gratuidade como forma de se relacionar a vida”, explica.

O estudante de filosofia ressalta que todo mundo pode fazer trabalho voluntário:

“A ideia básica do voluntariado é trocar trabalho por hospedagem e alimentação. A moeda de troca então, são as habilidades que cada um tem. Habilidades que, muitas vezes, a gente nem sabe que tem, ou que nem sabe que vale alguma coisa. No meu caso, procurei instituições educacionais, pois, sou estudante do curso de Licenciatura em Filosofia, me formo esse ano, e a ideia é justamente por a prova essas minhas habilidades”, afirma.

Mais informações, clique aqui.

 

3. United Nations Volunteers

O programa de voluntários da ONU é voltado para pessoas com mais de 25 anos, que tenham formação superior, pelo menos dois anos de experiência e conhecimentos de inglês, espanhol ou francês.

Para participar é preciso fazer um registro no Global Talent Pool. Os trabalhos duram em média de seis a doze meses e os voluntários têm direito a certos subsídios. O objetivo é permitir que eles mantenham um padrão de vida seguro em seus postos de serviço.

Mais informações, clique aqui.

 

4. WorkAway

A ideia é ajudar durante algumas horas em hostels por dia em troca de comida e acomodação. São mais de 30.000 hosts ativos em mais de 180 países que oferecem todos os tipos de lugares para se hospedar.

Para participar só é preciso fazer um cadastro no site e entrar em contato com o anfitrião.

Mais informações, clique aqui.

 

5. Help Exchange

É um site presente em todo o mundo em que anfitriões se cadastram oferecendo alojamento e alimentação em troca de serviços em fazendas, jardins, escolas, construções de casas e afazeres domésticos.

Para ter acesso às informações é preciso fazer um cadastro no site.

Mais informações, clique aqui.

 

6. Sudan Volunteer Programme

É uma organização beneficente que envia graduados e quase-graduados ao Sudão, um dos países mais pobres do mundo, para ensinar inglês em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

Para participar não é preciso pagar nada. Em troca do trabalho, o voluntário recebe alojamento e o equivalente a um salário local para um assistente de ensino.

Mais informações, clique aqui.

 

7. Hopineo

O site tem a intenção de promover o turismo consciente. Na plataforma é possível encontrar oportunidades de emprego e estágio ou inscrever-se para viajar se hospedando com um dos anfitriões.

Para participar é preciso fazer uma pequena doação.

Mais informações, clique aqui.

 

8. HelpStay

São várias as oportunidades de trabalho em troca de hospedagem, como em hostels, projetos de meio ambiente, construção, para dar aulas e em fazendas.

Para participar é preciso pagar uma taxa de 30 euros ao ano.

Mais informações, clique aqui.

Thays Martins
Estudante de jornalismo, acredita que ainda existe humanidade nas pessoas. Amante de viagens, boas conversas, discutir filmes loucos e contar histórias. Não faz nada sem os fones de ouvido e tem uma playlist que vai de Anitta a Johnny Cash. Acha que a beleza está nas pequenas coisas e ainda está tentando descobrir como não enlouquecer neste mundo.

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