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8 Filmes Inteligentes com cenas reais de Sexo (Parte II)

Vamos dar continuidade a lista mais sacana-cult da internet.

Atenção, solteiras e solteiros! Vamos falar da coisa mais gostosa desse mundo…

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Ok, vamos falar de segunda coisa mais gostosa desse mundo: Sexo! Na verdade, não vamos só falar, vamos fazer assistir também!

O SOS vai dar continuidade a lista mais sacana-cult da internet. Você confere agora a segunda parte da nossa coleção de filmes inteligentes com cenas reais de sexo.

***

O Império dos Sentidos

In the realm of the senses – 1976

Pipocômetro:

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Vale Pipoca Média: ode ao sexo.

Putaria de dar inveja a qualquer ator/atriz pornô. No enredo, um casal japonês se envolve numa experiência sexual tão intensa quanto poética: suas vidas se condicionam a uma relação em que todos os sentidos – do toque, passando pelo voyeurismo e chegando até mesmo ao paladar – são reféns desse sentimento louco de prazer e auto-destruição. Lançado há quase 40 anos e baseado na história real de uma prostituta japonesa dos anos 30, esse é o típico filme cult que faz até os mais sem-vergonha ficarem vermelhos. Aliás, a interpretação da atriz Eiko Matsuda, que vive a protagonista Sada, é de se aplaudir de pé. Mas, na boa? É tanto sexo que até cansa.

 

Calígula

Caligula – 1979

Pipocômetro:

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Vale Pipoca TURBO:
clichê não, clássico!

Os mais críticos que me perdoem, mas não conseguimos deixar Calígula de fora de mais uma lista. Seria  a mesma coisa que deixar o Sgt. Pepper’s dos Beatles de fora da relação dos melhores álbuns de rock de todos os tempos. Esse clássico dos anos 70 traz o talentosíssimo Malcolm McDowell (o degenerado Alex, de Laranja Mecânica) no papel desse imperador romano narcisista, violento e sem nenhum pudor sexual. O elenco conta ainda com atuações marcantes de nomes de peso como Helen Mirren e Peter O’Toole (o eterno Lawrence da Arábia), no papel do imperador Tibério. Para os mais safadinhos, vale a pena ir atrás da versão sem cortes do diretor italiano Tinto Brass, famoso por dirigir putarias cults das boas.

 

Romance

Romance – 1999

Pipocômetro:

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Vale Pipoca Média: para assistir e pensar.

Apesar de ser a recorrente história do “marido que não dá no coro” e de um ritmo narrativo bem lento, esse é mais um filme profundo e poético: a diretora e roteirista Catherine Breillat traz uma personagem feminina forte, mas muito sensível, cheia de dúvidas e reflexões na busca pelo equilíbrio entre amor e desejo, fundamental para manter a própria sanidade e a manutenção do seu relacionamento. A narração íntima da protagonista é um convite para entrarmos em seus pensamentos e criticarmos as suas (e até as nossas) atitudes e opiniões diante do sexo e da vida. Tudo isso combinado a uma bela fotografia e direção de arte perfeitamente complementares à trama ultra erótica.

 

Baise-moi

Baise-moi – 2000

Pipocômetro:

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Vale Pipoca Grande: “Sexo, drogas e rock’n’roll” na versão francesa.

Em primeiro lugar, o título em bom português: “Me fode”. Uma espécie de “Telma&Louise” trash do finalzinho dos anos 90, regado a muito sexo explícito, drogas e violência – com uma cena forte de estupro, inclusive. A trilha sonora marcante, quase toda de hardcore, tem nomes que valem ser conhecidos como Le Peuble de L’Herbe, Wei Ji e Season Active Disorder. Outra curiosidade interessante é que o longa foi filmado em câmera digital e sem luzes artificiais externas, o que completa muito bem o visual underground. E um fato essencial: o filme consegue ter uma grande femme fatale sem que a personagem objetifique a figura da mulher, uma vez que a narrativa é toda construída em torno do prazer e do desejo feminino. A real é que as diretoras e roteiristas Virginie Despentes e Coralie Trinh Thi mandaram muito bem e fizeram um pequeno clássico cult contemporâneo.

 

Intimidade

Intimacy – 2001

Pipocômetro:

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Vale Pipoca Grande:
 um suspense excitante!

Imagine você na pele do protagonista: um barman solitário, pai de dois filhos e separado da esposa. Eis que surge em sua vida uma mulher estranha e misteriosa que toda semana, numa mesma hora, bate à porta do local de encontro e te arrasta para um sexo gostoso pelo chão da sala. Em seguida, com poucas ou nenhuma palavra, eles se levantam e vão embora. Ficou curioso pra saber quem é ela, de onde ela vem e que intimidade maluca é essa entre os dois? Pois é, esse é o clima.

 

Taxidermia

Taxidermia – 2005

Pipocômetro:

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Vale Pipoca Pequena:
B-I-Z-A-R-R-O!

Se você é adepto(a) a certas, hmm, estranhezas (na pegada da escatologia, por exemplo) na hora do rala-e-rola, talvez esse filme seja uma boa pedida. Se isso não é lá sua praia, essa co-produção russa, húngara e sérvia vai fazer você perder completamente o tesão. Tem campeonato de quem come mais – com direito a jorro de gorfo -, pinto pegando fogo, zoofilia, esfolamento humano e por aí vai, tudo isso com uma pegada “surrealista”, misturando realidade e fantasia o tempo todo. Haja estômago!

 

Año Bisiesto

Leap Year / Año Bisiesto – 2010

Pipocômetro:

V
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ale Pipoca TURBO:
brutalmente sensível.

Esse filme simples, rodado praticamente todo dentro do apartamento da protagonista, a jornalista Laura (interpretada genialmente pela jovem atriz Monica del Carmen), revela a solidão, apesar de uma rotina sexual diversa e intensa. Vencedor da Caméra D’Or, prêmio para diretores iniciantes em Cannes, “Año Bisiesto” é um autêntico manifesto sobre o vazio das relações e a transformação progressiva desse sentimento em violência física e prazer associado à dor – é isso mesmo que você tá pensando: o negócio aqui acaba em sadomasoquismo não-simulado.

 

Bônus: Love

Love – 2015

Pipocômetro:

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NÃO Vale Pipoca: porque ainda não assisti.

Quando o assunto é sexo e cinema-cabeça, um nome não pode ficar de fora: o do hermano Gaspar Noé. O artista argentino lança esse ano seu 4º longa que, depois de obras polêmicas e perturbadoras como Irreversível (2002) e Enter The Void (2009), promete surpreender com o uso inusitado de um recurso tecnológico bastante popular: é, amigos, vai ter sexo não simulado em 3D, sim! O filme Love integrou a seleção oficial da última edição do Festival de Cannes e dividiu opiniões. Eu só sei que, chegando ao Brasil, faço questão de garantir meu lugar na estreia, armado com meus óculos 3D, um belo combo de pipoca turbo na mão e uma boa dose de safadeza na cabeça.

 

Fonte: Wikipedia

Olavo Barros
Jornalista, aspirante a roteirista, cinéfilo, LGBT, andreense e palmeirense. Entre uma rapidinha e outra, escrevo. Ah, pode me chamar de Costela que eu atendo.

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