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Atitude Coletiva

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5 Tipos de Amizades destrutivas que você devia evitar

5 tipos de ‘amigos’ que seria melhor categorizar como colegas – e olhe lá!

loren_mansfield_better

vanityfair

Quem nunca viveu uma amizade destrutiva? Perdi as contas de quantas vezes passei por isso. Já tive muita dor de cabeça, sem contar as lágrimas que não valiam a pena.

Hoje, um pouco mais madura – porém com um longo caminho de aprendizado pela frente – consigo identificar melhor o tipo de pessoa que me faz bem e a que vai trazer mais aborrecimentos e conflitos do que bons momentos.

1. O que quer te ver bem, mas não melhor que ele

Quando você se destaca em algo (trabalho, estudos ou vida pessoal, por exemplo) ele se sente profundamente incomodado – e grande parte das vezes não faz questão de esconder isso. Pode adotar um comportamento hostil e você percebe claramente que ele torce negativamente por você.

É muito comum que comece a falar de você pelas costas. Dê linha em gente assim, pelo bem da sua saúde mental.

2. O ladrão de assunto

Este tipo costuma ser também um reclamador crônico, daqueles que lamentam pela falta de dinheiro o mês inteiro, dos 15% de bateria do celular e do cabelo que acordou com vida própria.

O ladrão de assunto é aquele que, não importa o que você esteja falando, sempre vai trazer o assunto pra ele e tratar a própria questão como mais importante. Se você diz que o trabalho no escritório foi estressante, ele diz: “isso é porque você não faz fechamento de caixa. Se você soubesse o tamanho da responsabilidade, é muito dinheiro, blá, blá, blá, whiskas sachê”.

Pessoas assim tendem a ser pouco empáticas e quase nunca conseguem dar atenção plena ao outro. Além disso, costumam ser egoístas.

3. O dono da razão

Existem pessoas que tem uma dificuldade enorme em dar o braço a torcer. Outras não fazem questão alguma disso. Conviver com quem acha que está sempre certo – ou melhor, tem certeza absolutíssima disso – é extremamente angustiante.

A sensação é de estar numa camisa de força mental. Normalmente bons argumentadores, vencem o outro pelo cansaço. Sempre encontram um meio de justificar suas ideias e não sossegam enquanto ouvem que seu ponto de vista é o mais adequado. Costumam iniciar suas réplicas com: “Você sabe por que eu tô falando isso?”. Repelem pessoas com facilidade e tem o hábito de serem dominadores.

4. O infeliz crônico

Parece bizarro imaginar que algumas pessoas sentem prazer em alimentar a tristeza e de ser um caos, uma verdadeira tragédia. Mas acredite, isso é muito mais comum do que se imagina. Alguns dos que não gostam de tornar explícitas as suas vulnerabilidades criam uma bolha de derrota, azar e melancolia, de modo que seja difícil pros outros identificarem que na verdade o posicionamento nada mais é do que pura lamentação.

Gente que nada de braçada na merda, mas que não levanta um dedo pra tentar reverter a situação, por mais que haja incentivo e apoio externo. Para os quais a infelicidade se tornou um conforto, uma forma de não ter que encarar os desafios da vida.

5. O (pseudo) sincero

“Eu sou assim mesmo, falo na lata, você me conheceu desse jeito, não preciso de ninguém e quem quiser que me aceite dessa forma”. Esse é o tipo de pessoa problemática com o qual mais me deparei durante a vida. Que jura pelo pai, pela mãe e pelo cachorro que “não” é grosseiro, apenas fala a verdade. Que “não” é inconveniente. Que “não” deixa o outro numa saia-justa e “nem” provoca tortas de climão. Que “não” é inflexível, apenas firme nas suas opiniões. Na verdade isso é ser decidido – ele afirma.

Mas todo mundo sabe que é exatamente o contrário.

Em maior ou menor grau, somos influenciados pelas opiniões dos nossos amigos.

É interessante refletir sobre o tipo de companhia que queremos ao nosso lado – e principalmente, quais são aqueles que nada acrescentam. Amigos têm a capacidade de contribuir diretamente para o nosso sucesso. Mas também podem levá-lo para o buraco e transformar em sua pior versão.

A escolha é sempre nossa.

 

Aline Xavier
Ex-concurseira olímpica. Psicóloga para os amigos, não sabe o que fazer com a própria vida. Apaixonada por ovelhas negras, com as quais comumente se identifica. Está se descobrindo aos poucos nos cursos de escrita e na terapia semanal. Escreve em alinexavier.me.

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