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Atitude Coletiva

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3 Hábitos que você deve evitar para causar uma boa primeira impressão

Saiba o que NÃO dizer para ser o mais amado do rolê, segundo a ciência.

Apenas 3 minutos de conversa foram o suficiente para perceber que aquela pessoa “não é flor que se cheire“. Mas você sabe qual motivo de algumas pessoas causarem uma primeira impressão tão negativa?

A ciência sabe e você poderá usar isso à seu favor!

Já é de conhecimento geral que, dependendo do ambiente e com quem conversamos, tendemos a nos comportar e agir de acordo com “o que manda o figurino”. Ou seja, em uma entrevista de emprego, por exemplo, até o mais extrovertido dos serem humanos tende a “baixar a bola” e ficar um pouco mais sério.

E justamente por isso isso as pessoas erram ao causar uma primeira impressão positiva.

Uma pesquisa, desenvolvida pela Universidade de Ultrecht, na Holanda, analisou vários estudos já feitos sobre e tema e chegou a algumas conclusões.

Você não vai com minha cara?

De acordo com os pesquisadores, passar uma má impressão não é culpa de uma dificuldade em lidar com situações sociais. Ou seja, o fato da pessoa não sentir-se confortável em festas, falar em público, se apresentar para estranhos etc., não interfere em como vamos julgá-la.

Falando grosseiramente, a desculpinha “não sou chato, sou tímido“, não rola mais.

O que faz com que tenhamos uma primeira impressão ruim de alguém está ligado a uma mistura de duas características da pessoa: o narcisismo, vulgarmente falando, a galera que “se acha”; e um erro clássico, quando alguém acha que sabe o que vai te agradar, exagera e acaba metendo os pés pelas mãos.

Além disso, o estudo conseguiu ser mais pontual e revelou 3 hábitos clássicos que pode estar causando más impressões por aí. Olha só quais são eles:

1. Elogio forçado e/ou agressivo

Nossa, você dirige bem para uma mulher“, “o relatório ficou incrível, tirando um errinhos que já corrigi…“, esses são os típicos elogios que funcionam como insultos para quem os ouve.

Você pode até ter tido uma intenção realmente boa, mas o estudo comprovou que esse comportamento demonstra apenas uma certa insensibilidade, um desespero para elogiar, mas sem se esforçar para pensar em algo realmente original e verdadeiro.

2. Humildade falsa

A humildade abre muitas portas, mas quando não sentimos verdade, pode ter certeza que passamos a chave e ainda colocamos cadeado.

Eu só conheço 11 países, ainda estou longe de ser uma pessoa viajada” é um exemplo desse comportamento, que ficou conhecido pelo termo em inglês “humblebragging” (algo como “humilde que se gaba“), onde a pessoa fala de suas próprias conquistas e feitos, logo em seguida tenta desvalorizá-las.

3. Comparação torta

Que a grama do vizinho é mais bonita, a gente sabe. Mas e se esse vizinho saísse por aí falando que a grama dele é realmente mais bonita que a sua?

Segundo o estudo, este é exatamente o tipo de comportamento que faz as pessoas não irem com sua cara logo de imediato: a comparação. “Meu trabalho é melhor que o dela“, “eu sei dançar melhor que você” ou até afirmações mais carudas como “sou mais indicado à esse trabalho que o Carlos“, é tudo o que você não deve fazer.

De acordo com o estudo, falar só “eu danço bem“, sem a comparação, já seria o suficiente e poderia causar até uma curiosidade nas pessoas, aumentando o interesse delas por você.

Se for para se comparar, que seja com você mesmo: “eu danço melhor hoje que há 10 anos“, além de ser mais amistoso, certamente causará uma impressão melhor, afinal não há quem resista a uma história de autossuperação.

Você acha que é melhor que eu?!

– Agora é só pegar esses três hábitos, fazer o inverso e ser a pessoa mais amada do rolê!

Fonte(s): Super Interessante
Redação - Almanaque SOS
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