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Sem Crise!

10 Dicas importantíssimas para não se dar mal na Black Friday

Especialista revela como não cair em ciladas virtuais.

Se tem uma coisa que deixa brasileiro com sorriso de orelha a orelha é ganhar um descontinho.

E a felicidade só aumenta nessa época do ano com a chegada da Black Friday, que sempre promete uma chuva de promoções criando a oportunidade perfeita para adquirir o sonhado produto por um preço bem mais em conta.

Mas devemos tomar muito cuidado com quem tenta tirar vantagem, por isso fique ligado na veracidade dessas promoções e descontos. Para nos ajudar, Luiz Antonio Sacco, o diretor presidente da SafetyPay, plataforma para pagamento no débito online, revelou algumas dicas para não cairmos em pegadinhas online da “sexta-feira preta”. Se liga!

***

1. Investigue a empresa

Não é porque é Black Friday que milagres vão acontecer. Desconfie de ofertas muito arrasadoras, principalmente de sites que não sejam conhecidos.

Para evitar fazer uma compra e descobrir que a empresa nem existe, busque na rede pela reputação da empresa e informações, como razão social, nome, número do CNPJ, endereço físico e telefone. Tudo isso vai te ajudar a checar a idoneidade da loja.

 

2. Evite comprar de outros consumidores

Você acabou de achar a TV de plasma dos seus sonhos por um preço super baratinho. Acontece que a venda está sendo feita por um consumidor que “ganhou a TV de presente e decidiu se livrar dela rapidinho”.

Segundo o especialista, cuidado, isso pode ser golpe, e dos mais comuns. Com uma boa justificativa para vender algo tão barato, muitas pessoas acabam caindo nesse truque, mas depois de feito o pagamento, o “vendedor” some. Aí sua sexta fica realmente preta e a conta vermelha.

Sacco ainda aconselha que o cuidado com esse tipo de compra deve se manter não só nesse período, mas durante o ano todo.

 

3. Verifique a segurança do site

Quando estiver pensando em clicar no botão “finalizar compra”, certifique-se da segurança do site.

De acordo com Sacco, existem algumas formas de verificar a credibilidade da loja, como a certificação digital, indicada com o “HTTPS://”, por aquele cadeadinho que aparece no rodapé da página ou pela cor verde que a barra de endereços assume se o site for seguro.

 

4. Exija a nota fiscal

Segundo Sacco, exigir a nota fiscal é um direito seu e um dever da loja. Este documento é uma maneira eficaz de ter os dados da loja, do produto comprado, além de ser a comprovação da garantia, documento necessário caso precise recorrer aos seus direitos junto aos órgãos de defesa pública.

 

5. Fique longe dos links via e-mail

As promoções invadem as vitrines das lojas e também o nosso e-mail. Mas tome muito cuidado em clicar nesses links, mesmo que seja só para dar uma olhadinha. De acordo com o especialista, muitos deles contêm vírus que podem capturar seus dados, como senhas e números de cartões. Já imaginou o problemão, né?

Alerta de vírus

 

6. Hora do pagamento

Muitas lojas terceirizam o setor de pagamento de suas vendas. Ou seja, a ela é idônea, mas a empresa que realiza a operação financeira pode não ser. Portanto, quando for concluir a compra, dê uma olhada qual empresa fará o serviço e veja se é confiável.

 

7. De olho no telefone

O especialista aconselha a só fazer compras online em sites que informam o número do SAC aos clientes. Sacco afirma que empresas realmente sérias sempre disponibilizam telefones de contato, seja para dúvidas ou reclamações.

 

8. Não revele seus dados

Outra dica importante dada pelo profissional é a de nunca fornecer os dados do cartão de crédito, senhas, código de segurança de sua conta bancária, etc, em sites sem conexão segura ou em e-mails que não sejam criptografados. Lembre-se, pode ser uma super promoção, mas também golpe.

 

9. Confie no Antivírus

Tenha sempre atualizado o antivírus de sua máquina. O programa pode impedir que você caia em ciladas online. Além disso, evite ao máximo realizar compras em outros computadores ou enquanto usa uma rede de Wi-Fi pública – elas são perigosas também.

 

10.  Compras sem cartão

Uma forma mais segura de compra é fazer o pagamento via boleto bancário. Mas nessa época é comum algumas lojas excluírem essa opção. O especialista aconselha, caso não queira usar seu cartão de crédito, procurar outras opções de pagamento, como a transferência bancária ou o débito em conta.

Ambas opções confirmam o pagamento na hora e é uma boa saída para os mais prevenidos.

 

Se tiver mais dúvidas, vale visitar o site oficial da Black Friday Brasil.

Fonte(s): SafetyPay
Redação - Almanaque SOS
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